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#Contos#Literatura Brasileira

Marcha fúnebre

Por Machado de Assis (1906)

“Marcha fúnebre”, de Machado de Assis (1839–1908), é um conto que reflete, com ironia fina e tom filosófico, sobre a morte, o acaso e a consciência humana. A partir das divagações de um deputado insone, o texto contrapõe a morte súbita à morte lenta, explorando o medo, o desejo e a hipocrisia moral. A narrativa exemplifica a maturidade do autor na análise psicológica e na sátira social.

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#Contos#Literatura Brasileira

Manuscrito de um sacristão

Por Machado de Assis (1884)

Machado de Assis (1839–1908) é um dos maiores escritores da literatura brasileira. Em Manuscrito de um Sacristão, conto publicado originalmente em Volume de contos (1884), no Rio de Janeiro, o autor explora, com ironia e sutileza psicológica, o conflito entre idealismo, religiosidade e desejo humano. A narrativa reflete o olhar crítico de Machado sobre ilusões, vocações frustradas e os limites entre o sagrado e o profano.

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#Comédias#Literatura Brasileira

Lágrimas de xerxes

Por Machado de Assis (1899)

Machado de Assis (1839–1908) é o principal nome da literatura brasileira do século XIX. Em Lágrimas de Xerxes, o autor constrói um diálogo imaginário que funde história, mito e ironia para refletir sobre a ilusão da eternidade, a vaidade do poder e a fragilidade da condição humana. O texto revela o viés filosófico e crítico de Machado, convidando o leitor a confrontar idealismo e finitude.

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#Romances#Literatura Brasileira

Senhora

Por José de Alencar (1875)

Senhora apresenta a história de Aurélia Camargo, uma jovem que, ao herdar grande fortuna, passa a usar o dinheiro para desafiar as convenções sociais e o casamento por interesse. A narrativa explora relações amorosas marcadas por orgulho, vingança e transformação moral, revelando críticas aos valores da sociedade do século XIX e aos limites impostos aos sentimentos verdadeiros.

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#Romances#Literatura Brasileira

O Sertanejo

Por José de Alencar (1875)

Ambientado no interior do Brasil, o texto retrata a vida no sertão nordestino e acompanha personagens marcados pela coragem, pela honra e pela ligação profunda com a terra. A narrativa apresenta costumes, conflitos e desafios do sertanejo, destacando a luta pela sobrevivência em um ambiente hostil. Com tom idealizado e descritivo, a obra valoriza a identidade regional e os valores do homem do sertão.

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#Comédias#Literatura Brasileira

O Que é o Casamento?

Por José de Alencar (1861)

O Que é o Casamento? apresenta uma reflexão crítica sobre o matrimônio e as relações afetivas na sociedade do século XIX. A trama expõe conflitos entre amor, interesse e convenções sociais, colocando em debate o papel da mulher, a moral e as aparências. Com tom irônico e questionador, o texto provoca o leitor a repensar o sentido do casamento e os valores que sustentam a vida conjugal.

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#Romances#Literatura Brasileira

Sonhos d’Ouro

Por José de Alencar (1872)

Sonhos d’Ouro retrata a sociedade urbana do século XIX por meio de uma trama centrada em ambições, aparências e relações movidas pelo dinheiro. A narrativa acompanha personagens que buscam ascensão social e felicidade material, revelando conflitos morais e afetivos. Ao expor contrastes entre sentimento verdadeiro e interesse financeiro, o texto oferece uma crítica aos valores sociais da época e aos “sonhos” guiados pela riqueza.

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#Contos#Literatura Brasileira

Linha reta e linha curva

Por Machado de Assis (1871)


Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, publicou Linha reta e linha curva em 1871, no Rio de Janeiro, inicialmente em folhetins do Jornal das Famílias. O texto explora, com ironia e aguda observação psicológica, os jogos amorosos, a vaidade e as convenções sociais do século XIX, contrapondo franqueza e dissimulação nas relações humanas.

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#Contos#Literatura Brasileira

Luís Soares

Por Machado de Assis (1870)

Machado de Assis (1839–1908) é o principal nome da literatura brasileira. No conto Luís Soares, o autor examina a ociosidade, o oportunismo e a hipocrisia social por meio da trajetória de um herdeiro dissipador, incapaz de reformar o próprio caráter. Com ironia fina e análise psicológica, o texto critica a moral burguesa e o culto à fortuna no Brasil oitocentista.

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