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#Baladas#Literatura Brasileira

Ao célebre Fr. Joanico compreendido em Lisboa em crimes de sodomita

Por Gregório de Matos (1694)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente escrito durante sua permanência em Portugal ou com base em fatos ali conhecidos. O texto dirige-se ao frei Joanico, acusado de sodomia, e explora o episódio por meio de insultos, imagens grotescas e alusões à vida religiosa e carcerária. A composição integra a vertente satírica da poesia gregoriana, marcada pela crítica pessoal e pelo tom mordaz.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

A Fr. Pascal que sendo abade de N. S. Das brotas hospedou ali com grandeza a d. Angela, e seus pais, que foram de romaria à aquele santuário

Por Gregório de Matos (1694)

Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto em homenagem a frei Pascoal, abade do Convento de Nossa Senhora das Brotas, por ocasião da acolhida oferecida a D. Ângela e seus pais durante uma romaria ao santuário. Misturando português e espanhol, o texto elogia a hospitalidade do religioso e lhe deseja prosperidade, harmonia na comunidade conventual e abundância material em sua administração.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

A Fr. Tomas d'Apresentação pregando em termos lacônicos a primeira dominga da Quaresma

Por Gregório de Matos (1694)

Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, dedicado a frei Tomás da Apresentação após um sermão proferido no primeiro domingo da Quaresma. O autor elogia a capacidade do pregador de condensar, com clareza e eloquência, em poucas palavras o conteúdo de longas pregações. O soneto compara o frade a figuras como São Francisco e Cristo, exaltando sua eficácia oratória e sua virtude religiosa.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Um amigo deste religioso pediu ao poeta suas aprovações sobre a mesma predica, a peditório do mesmo pregador neste

Por Gregório de Matos (1694)

Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto a pedido de um amigo de frei Tomás da Apresentação para elogiar um de seus sermões. Desenvolvido em glosa sobre um mote, o texto sustenta que apenas o próprio pregador seria capaz de avaliar plenamente sua eloquência. Com referências à retórica, à filosofia e à pintura, o autor justifica sua dificuldade em louvar uma pregação considerada superior aos elogios que poderia fazer.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

O mesmo amigo pediu ao poeta em outra ocasião lhe glosasse este mote, cuja matéria foi haver triunfado o dito Fr. Tomas de certa oposição capitular

Por Gregório de Matos (1694)

Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto para celebrar a vitória de frei Tomás da Apresentação em uma oposição capitular, disputa interna por cargo ou dignidade na ordem religiosa. Em glosa de um mote, o autor compara o frade ao Sol e seus adversários às nuvens que tentam obscurecê-lo, exaltando o triunfo do religioso e apresentando o fracasso da oposição como consequência inevitável de sua pretensão.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Sim: existo dentro do meu corpo

Por Fernando Pessoa (1919)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Vive, dizes, no presente

Por Fernando Pessoa (1920)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Hoje de manhã saí muito cedo

Por Fernando Pessoa (1930)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Primeiro prenúncio da trovoada de depois de amanhã

Por Fernando Pessoa (1930)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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