Por Gregório de Matos (1694)
Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente escrito durante sua permanência em Portugal ou com base em fatos ali conhecidos. O texto dirige-se ao frei Joanico, acusado de sodomia, e explora o episódio por meio de insultos, imagens grotescas e alusões à vida religiosa e carcerária. A composição integra a vertente satírica da poesia gregoriana, marcada pela crítica pessoal e pelo tom mordaz.
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Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto em homenagem a frei Pascoal, abade do Convento de Nossa Senhora das Brotas, por ocasião da acolhida oferecida a D. Ângela e seus pais durante uma romaria ao santuário. Misturando português e espanhol, o texto elogia a hospitalidade do religioso e lhe deseja prosperidade, harmonia na comunidade conventual e abundância material em sua administração.
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Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, dedicado a frei Tomás da Apresentação após um sermão proferido no primeiro domingo da Quaresma. O autor elogia a capacidade do pregador de condensar, com clareza e eloquência, em poucas palavras o conteúdo de longas pregações. O soneto compara o frade a figuras como São Francisco e Cristo, exaltando sua eficácia oratória e sua virtude religiosa.
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Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto a pedido de um amigo de frei Tomás da Apresentação para elogiar um de seus sermões. Desenvolvido em glosa sobre um mote, o texto sustenta que apenas o próprio pregador seria capaz de avaliar plenamente sua eloquência. Com referências à retórica, à filosofia e à pintura, o autor justifica sua dificuldade em louvar uma pregação considerada superior aos elogios que poderia fazer.
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Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto para celebrar a vitória de frei Tomás da Apresentação em uma oposição capitular, disputa interna por cargo ou dignidade na ordem religiosa. Em glosa de um mote, o autor compara o frade ao Sol e seus adversários às nuvens que tentam obscurecê-lo, exaltando o triunfo do religioso e apresentando o fracasso da oposição como consequência inevitável de sua pretensão.
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Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.
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Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.
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