Por Mário de Andrade (1939)
Mário de Andrade (1893–1945), escritor e intelectual central do Modernismo brasileiro, explora em “Vestida de preto” a memória afetiva de Juca e seu amor por Maria, da infância à vida adulta, abordando desejo, repressão e desencontro. O conto foi publicado originalmente em 26 de fevereiro de 1939, no Diário de Notícias, do Rio de Janeiro, e depois revisto pelo autor.
Leia maisPor Mário de Andrade (1930)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, retrata em “O ladrão” a mobilização dos moradores de um bairro paulistano durante uma perseguição noturna, revelando solidariedade, tensões sociais e comportamentos coletivos. A primeira versão, intitulada “O fugitivo”, saiu em 27 de abril de 1930; profundamente reelaborada, tornou-se “O ladrão”, publicado na revista Clima, em agosto de 1944.
Leia maisPor Mário de Andrade (1934)
Mário de Andrade (1893–1945), um dos principais nomes do Modernismo brasileiro, acompanha em “Primeiro de Maio” o carregador de malas 35 pelas ruas de São Paulo no Dia do Trabalho, contrapondo suas expectativas de celebração e consciência de classe à repressão e ao controle social. O conto foi publicado originalmente em junho de 1934, na revista carioca Rumo, e posteriormente bastante revisto pelo autor.
Leia maisPor Mário de Andrade (1942)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, aborda em “O poço” as relações de poder entre patrão e trabalhadores rurais. A queda de uma caneta no poço leva o autoritário Joaquim Prestes a submeter seus empregados a uma tarefa perigosa, revelando desigualdade, violência e resistência. Escrito e revisto em 1942, o conto teve publicação póstuma em Contos novos, em 1947.
Leia maisPor Mário de Andrade (1947)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, explora em “Atrás da catedral de Ruão” a sexualidade reprimida de Mademoiselle, professora de francês de 43 anos, contraposta à desenvoltura de suas jovens alunas. Desejo, pudor e fantasia emergem por meio do humor, dos duplos sentidos e da mistura entre português e francês. O conto foi publicado postumamente em Contos novos, em 1947.
Leia maisPor Mário de Andrade (1942)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, aborda em “O peru de Natal” as relações familiares após a morte de um pai austero. Ao propor um peru só para a família na ceia natalina, o narrador Juca rompe com hábitos de privação e desencadeia uma libertação afetiva, em narrativa marcada por humor, memória e crítica à autoridade patriarcal. O conto foi publicado postumamente em Contos novos, em 1947.
Leia maisPor Mário de Andrade (1942)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, explora em “Frederico Paciência” a intensa amizade entre Juca e um colega de adolescência, marcada por admiração, desejo, intimidade e repressão. De forte tensão homoerótica, o conto foi elaborado durante cerca de 18 anos (1924–1942). Por considerar delicado o tema, o autor determinou que só saísse em livro. Foi publicado postumamente em Contos novos, em 1947.
Leia maisPor Mário de Andrade (1943)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, constrói em “Nelson” um enigmático frequentador de bar cuja vida é reconstituída pelos comentários e conjecturas de quatro rapazes. O conto explora a curiosidade, a fofoca e a impossibilidade de conhecer plenamente o outro, contrapondo realidade e imaginação. Escrito em 1943, foi publicado postumamente em Contos novos, em 1947.
Leia maisPor Mário de Andrade (1943)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, recria em “Tempo da camisolinha” uma lembrança dolorosa da infância: o corte dos cabelos do menino narrador, imposto pelo pai, e sua resistência íntima à autoridade adulta. O conto explora humilhação, orgulho, amadurecimento e descoberta da compaixão. Foi publicado postumamente em Contos novos, em 1947.
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