Por Machado de Assis (1893)
Esta crônica de Machado de Assis (1839–1908), publicada na Gazeta de Notícias em 8 de outubro de 1893, é um tocante obituário e um ensaio sobre a efemeridade das coisas. Ao narrar a morte do livreiro Baptiste-Louis Garnier, figura central da vida intelectual do Rio de Janeiro oitocentista, o autor reflete sobre a labuta, a amizade e o fim de uma era. Um convite irrecusável para conhecer o homem por trás dos livros que formaram gerações de leitores brasileiros.
Leia maisPor Machado de Assis (1906)
Machado de Assis (1839–1908) compôs este soneto pungente em memória de sua esposa, Carolina, falecida em 1904. Em "A Carolina", o "Bruxo do Cosme Velho" despede-se de sua companheira de longa data com uma honestidade brutal e sensível, transpondo o luto para uma poesia que celebra a vida a dois. É um dos testemunhos mais íntimos da literatura brasileira, revelando a faceta humana de um gigante das letras em um momento de profunda dor e saudade. Um convite irrecusável à emoção.
Leia maisPor Machado de Assis (1899)
Publicada originalmente na Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro, em 11 de junho de 1899, esta primorosa crônica crítica de Machado de Assis (1839–1908) analisa a obra Cenas da Vida Amazônica, de José Veríssimo. Com sua sensibilidade aguçada, o bruxo do Cosme Velho exalta a força da paisagem nortista e o contraste dramático entre a natureza monumental e as figuras simples do meio rude. Um convite fascinante a descobrir a Amazônia pelo olhar cruzado de dois gigantes da nossa literatura.
Leia maisPor Machado de Assis (1901)
Publicado originalmente no periódico O Comércio de São Paulo, em 30 de setembro de 1901, este comovente ensaio necrológico de Machado de Assis (1839–1908) homenageia o refinado intelectual e escritor Eduardo Prado. Com sensibilidade e admiração, o Bruxo do Cosme Velho traça um perfil biográfico focado na erudição, no horror à vulgaridade e no apuro estético de Prado, lamentando a sua precoce partida. Uma leitura indispensável sobre a amizade intelectual e a finitude.
Leia maisPor Machado de Assis (1879)
Neste ensaio crítico publicado originalmente na Revista Brasileira (15 de julho de 1879), Machado de Assis debruça-se sobre a obra e a trágica trajetória de Antônio José da Silva, o "Judeu". Com a agudeza característica, o autor analisa a influência de Molière sobre o dramaturgo português, defende sua originalidade em meio ao gênero da farsa e reflete sobre o "destino decapitado" de um talento cuja vida foi precocemente interrompida pela Inquisição. Um convite essencial para compreender a dramaturgia luso-brasileira sob o rigor da crítica machadiana.
Leia maisPor Fernando Pessoa (1914)
Este poema integra a obra “O Guardador de Rebanhos”, escrita em 1914 e publicada em 1925, por Alberto Caeiro, um dos heterônimos de Fernando Pessoa.
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