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#Contos#Literatura Brasileira

Dívida Extinta

Por Machado de Assis (1878)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome da prosa brasileira do século XIX, publicou Dívida extinta como conto de crítica moral e social. A narrativa aborda rivalidade, vaidade, herança e reconciliação interessada, expondo a fragilidade dos sentimentos humanos diante do dinheiro. Com ironia e observação psicológica, o autor desmonta ilusões românticas e valores burgueses.

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Elogio da vaidade

Por Machado de Assis (1978)

Machado de Assis (1839–1908) publicou Elogio da vaidade em 1878, texto satírico em que personifica a Vaidade para questionar valores morais consagrados. Com ironia e erudição, o autor discute a vaidade como força social, psicológica e histórica, desmontando a oposição simplista entre vício e virtude e convidando o leitor a refletir sobre aparência, ego e sociabilidade.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Potira

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908) constrói um poema narrativo de tema indígena, centrado no conflito entre cultura nativa e colonização. A obra valoriza a dignidade trágica da personagem feminina e revela o interesse do autor pelo indianismo crítico, afastado da idealização romântica.

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Niani

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908) compõe, em Niâni (ou Niani), um poema de inspiração indígena que explora o amor, o conflito e a idealização do mundo nativo. Integrante do livro Americanas, a obra dialoga com o indianismo do século XIX, reelaborado com contenção lírica e atenção psicológica, marcas do estilo machadiano.

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A cristã-nova

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908) aborda, em “A Cristã-Nova”, o drama da intolerância religiosa e da perseguição inquisitorial, centrado na figura da mulher judia convertida. Integrante do livro Americanas, o poema alia temática histórica a um tom lírico-trágico, revelando sensibilidade ética e crítica social já presentes na poesia inicial do autor.

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José Bonifácio

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908) homenageia, no poema José Bonifácio, a figura histórica do Patriarca da Independência. Publicado originalmente no livro Americanas, o poema exalta virtudes cívicas, o ideal de nação e a memória fundadora do Brasil, integrando a fase em que o autor dialoga com temas históricos e identitários da literatura romântica brasileira.

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A visão de Jaciúma

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908) apresenta, no poema A visão de Jaciúca, uma composição de inspiração indígena, marcada pelo tom épico-lírico e pela evocação mítica da natureza e do sagrado. Publicado no livro Americanas, o poema integra o momento em que o autor dialoga com temas históricos e nativistas, reelaborando-os com rigor formal e sensibilidade poética.

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Cantiga do rosto branco

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908) é o autor de “Cantiga do Rosto Branco”, poema do livro Americanas, em que explora o universo indígena idealizado, o amor e a contemplação da beleza feminina. O texto combina musicalidade, lirismo e exotismo romântico, dialogando com o indianismo literário do século XIX, reinterpretado com sobriedade e refinamento formal.

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A Gonçalves Dias

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908) presta homenagem ao poeta romântico Gonçalves Dias em A Gonçalves Dias. Integrado ao livro Americanas, o poema celebra a herança literária e o ideal nacional do autor maranhense, dialogando com o indianismo e a formação da poesia brasileira, sob tom elegíaco e reverente.

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