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#Comédias#Literatura Brasileira

O caminho da porta

Por Machado de Assis (1862)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores autores da literatura brasileira, estreou a comédia “O caminho da porta” em 1862, no Teatro Ginásio Dramático, no Rio de Janeiro. Peça curta de caráter moral e satírico, o texto apresenta um jogo de intrigas amorosas e equívocos sociais para refletir, com leve ironia, sobre vaidade, interesses e escolhas afetivas na sociedade urbana do século XIX.

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O protocolo

Por Machado de Assis (1862)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, estreou “O protocolo” em novembro de 1862, no Ateneu Dramático do Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro. Comédia em um ato, a peça satiriza o ciúme conjugal e a vaidade masculina, explorando, com ironia, as tensões da vida doméstica e os jogos de aparência social.

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Não consultes médico

Por Machado de Assis (1876)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou a comédia “Não consultes médico” originalmente em Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1876. A peça satiriza as “moléstias morais” e as curas sentimentais, mostrando como o amor frustrado se resolve não por receitas médicas, mas pela experiência partilhada e pelo reencontro afetivo.

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Os Ciúmes de um Pedestre ou o Terrível Capitão do Mato

Por Martins Pena (1846)

Os Ciúmes de um Pedestre ou o Terrível Capitão do Mato apresenta uma comédia marcada pelo humor e pela crítica aos costumes do Brasil do século XIX. A trama se constrói a partir de situações exageradas causadas pelo ciúme e pela desconfiança, com personagens caricatos e conflitos do cotidiano urbano. Com diálogos rápidos e tom satírico, o texto ironiza relações sociais e abusos de autoridade da época.

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Os Dois ou o Inglês Maquinista

Por Martins Pena (1845)

Os dois ou o Inglês Maquinista é uma comédia teatral que retrata, de forma bem-humorada, os costumes da sociedade brasileira do século XIX. A trama gira em torno de confusões familiares, interesses amorosos e enganos provocados pela presença de um estrangeiro, revelando críticas à hipocrisia social e ao comportamento da elite. Com diálogos ágeis e situações cômicas, a obra diverte ao mesmo tempo em que satiriza a vida urbana da época.

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Os Irmãos das Almas

Por Martins Pena (1848)

Os Irmãos das Almas é uma comédia teatral que satiriza costumes da sociedade brasileira do século XIX. A trama gira em torno de personagens interesseiros que se aproveitam da religiosidade popular e de promessas feitas às almas para obter vantagens pessoais. Com humor e crítica social, o texto expõe a hipocrisia, a superstição e os vícios humanos, utilizando situações cômicas para provocar riso e reflexão no público.

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Quem casa, quer casa

Por Martins Pena (1845)

Quem casa, quer casa apresenta uma comédia leve e crítica sobre o casamento e a vida familiar no século XIX. A trama gira em torno de um jovem casal que, ao se casar, enfrenta dificuldades para conquistar independência e um lar próprio. Por meio de situações cômicas e diálogos ágeis, o texto satiriza costumes sociais, interesses financeiros e conflitos entre gerações, oferecendo um retrato bem-humorado da sociedade da época.

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Verso e Reverso

Por José de Alencar (1857)

Verso e Reverso é um texto teatral de José de Alencar que explora, com leveza e ironia, os contrastes entre aparência e realidade nas relações humanas. A trama gira em torno de equívocos, diálogos rápidos e situações cômicas, revelando comportamentos sociais e afetivos do século XIX. Com tom divertido, a obra provoca reflexão sobre o que se mostra e o que se esconde nas atitudes das pessoas.

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As Casadas Solteiras

Por Martins Pena (1845)

As Casadas Solteiras é uma peça teatral cômica que satiriza costumes e relações sociais do século XIX. A trama gira em torno de casamentos por interesse, enganos e convenções sociais, revelando a hipocrisia presente nas relações familiares da época. Com humor ágil e situações exageradas, o texto critica normas morais e expõe conflitos entre aparência social e realidade, buscando divertir e provocar reflexão no público.

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