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Luciola é um romance de José de Alencar que retrata a sociedade do Rio de Janeiro do século XIX por meio da história de Lúcia, uma jovem marcada por contradições entre aparência e sentimento. A obra acompanha seu envolvimento amoroso com Paulo, explorando temas como moral, preconceito, hipocrisia social e redenção. Com tom sensível e crítico, o texto revela os conflitos entre amor verdadeiro e julgamentos sociais.
Machado de Assis (1839–1908) escreveu Hoje avental, amanhã luva em 1859. A comédia em um ato, ambientada no Rio de Janeiro durante o Carnaval, satiriza as hierarquias sociais, o arrivismo e as convenções do amor burguês. Com humor e crítica social, o texto antecipa temas caros ao autor e convida o leitor a refletir sobre mobilidade social e aparência.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome da literatura brasileira, publicou o conto História de uma lágrima no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1867. A narrativa aborda o amor silencioso, o sacrifício e o remorso, explorando a dor íntima causada por convenções sociais e afetos não realizados. Com sensibilidade romântica e análise moral, o texto convida à reflexão sobre culpa, renúncia e sofrimento humano.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome da literatura brasileira, é autor de História de quinze dias, crônica em que observa com ironia e sutileza episódios do cotidiano, revelando hábitos sociais, vaidades e contradições humanas. O texto exemplifica o olhar crítico do autor sobre a vida urbana do século XIX e sua habilidade em transformar o banal em reflexão literária, convidando o leitor a perceber o extraordinário no comum.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, é autor do conto História comum, narrativa irônica em que um simples alfinete assume a voz do narrador. A partir desse ponto de vista inusitado, o texto satiriza a hierarquia social, a vaidade e a instabilidade das posições humanas, combinando humor, crítica social e refinamento estilístico característicos da maturidade do autor.
Iracema é um romance de José de Alencar que narra o encontro entre a jovem indígena Iracema e o colonizador português Martim, no início da formação do Brasil. A obra combina amor, conflito cultural e lirismo para retratar o choque entre povos indígenas e europeus. Com linguagem poética e simbólica, o texto constrói uma narrativa mítica sobre a origem do povo cearense e da nação brasileira.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, publicou Helena originalmente em folhetins no jornal O Globo, no Rio de Janeiro, em 1876. O romance aborda temas como filiação, herança, moral burguesa e conflitos entre sentimento e convenção social, revelando a transição do autor do romantismo para uma visão crítica e psicológica da sociedade do Segundo Reinado.
Diva é um romance urbano de José de Alencar que narra a história de Emília, uma jovem bela, rica e de temperamento orgulhoso, que desafia os padrões sociais e sentimentais do seu tempo. A obra acompanha o relacionamento entre Emília e Augusto, marcado por conflitos, jogos emocionais e reflexão sobre amor, vaidade e posição social, retratando costumes da sociedade brasileira do século XIX.
Machado de Assis (1839–1908) é um dos maiores escritores da literatura brasileira. Em Galeria póstuma, conto publicado em Volume de contos (1884), o autor explora, com fina ironia, a distância entre a imagem pública e o juízo íntimo. A descoberta de um diário após a morte do protagonista revela retratos mordazes de amigos e familiares, expondo hipocrisias, vaidades e ambiguidades morais.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, constrói em “Fulano” uma narrativa irônica sobre vaidade, reputação pública e moralidade social. O conto acompanha a transformação de um homem comum em figura pública movida pelo elogio e pela visibilidade, revelando a crítica machadiana às aparências, à filantropia exibicionista e ao desejo de reconhecimento.