Por Afonso Arinos (1898)
Em “Assombramento”, Afonso Arinos mergulha no universo das crenças populares e do imaginário sertanejo para narrar uma história marcada pelo medo e pelo mistério. O conto mostra como lendas, superstições e relatos sobrenaturais influenciam a vida das pessoas, criando tensão entre razão e fantasia. Com linguagem envolvente, o autor retrata costumes e valores do interior brasileiro.
Leia maisPor Lima Barreto (1910)
“A Nova Califórnia”, de Lima Barreto, constrói uma sátira envolvente sobre a ganância humana e a busca desenfreada por riqueza fácil. A narrativa acompanha a agitação de uma pequena cidade após a promessa de descoberta de ouro, revelando ambição, egoísmo e comportamentos absurdos. Com humor e crítica social, o autor expõe fragilidades morais da sociedade brasileira.
Leia maisPor Lima Barreto (1923)
“A Mulher do Anacleto”, de Lima Barreto, apresenta uma narrativa marcada pela observação crítica dos costumes sociais e das relações humanas. O texto acompanha situações do cotidiano que revelam ciúmes, aparências e desigualdades, expondo comportamentos muitas vezes contraditórios. Com ironia e sensibilidade, o autor retrata a sociedade brasileira de seu tempo.
Leia maisPor Lima Barreto (1921)
“Carta de um defunto rico”, de Lima Barreto, utiliza humor e ironia para imaginar a voz de um morto que reflete sobre riqueza, poder e valores sociais. Em tom satírico, o texto critica a ambição, a hipocrisia e os privilégios das elites, revelando contradições da sociedade brasileira. A narrativa mostra a habilidade do autor em unir sarcasmo e reflexão.
Leia maisPor Machado de Assis (1866)
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores autores da literatura brasileira, escreveu a comédia Os deuses de casaca, encenada em 28 de dezembro de 1865 e datada de 1º de janeiro de 1866, no Rio de Janeiro. A peça satiriza, com humor e ironia, a decadência dos deuses do Olimpo ao confrontá-los com a modernidade, explorando temas como vaidade, poder e transformação social.
Leia maisPor Machado de Assis (1895)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “Orai por ele” na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, em 1895. O conto apresenta, com ironia e humor, o julgamento moral de um comendador recém-falecido por dois conhecidos, revelando hipocrisias, vaidades e contradições sociais. A narrativa expõe a relatividade das opiniões e critica a superficialidade dos juízos humanos.
Leia maisPor Machado de Assis (1875)
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “Onze anos depois” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1875. O conto explora reencontros, memória e traição, ao narrar o conflito entre amizade e desejo amoroso. Com ironia e análise psicológica, o autor revela as ambiguidades morais e a fragilidade dos sentimentos humanos.
Leia maisPor Machado de Assis (1867)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo no Brasil, publicou “Onda” no Jornal das Famílias em 1867, no Rio de Janeiro. O conto retrata, com ironia, a volubilidade amorosa e o jogo de aparências nos salões da elite, expondo vaidade, sedução e interesse nas relações afetivas, em uma crítica sutil aos costumes sociais do século XIX.
Leia maisPor Machado de Assis (1874)
Machado de Assis (1839–1908), grande nome do Realismo brasileiro, publicou “Os óculos de Pedro Antão” no Jornal das Famílias, em 1874. O conto mistura humor e mistério ao narrar a investigação imaginativa sobre a vida de um homem recluso, ironizando a tendência humana de criar explicações fantasiosas. Ao final, revela-se uma crítica sutil à interpretação precipitada e às ilusões da razão.
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