Por Aluísio Azevedo (1884)
Mattos, Malta ou Matta? apresenta uma narrativa marcada por situações curiosas e irônicas envolvendo a dúvida sobre um nome: Mattos, Malta ou Matta. A partir dessa confusão, a história desenvolve episódios que revelam vaidades, aparências e pequenas rivalidades sociais. Com tom leve e bem-humorado, o enredo explora as contradições do comportamento humano e os costumes da sociedade da época.
Leia maisPor Aluísio Azevedo (1890)
O Cortiço apresenta a vida em um grande cortiço do Rio de Janeiro, onde diferentes personagens convivem em meio a disputas, paixões e dificuldades do cotidiano. A narrativa mostra como o ambiente influencia o comportamento das pessoas, revelando conflitos sociais, ambições e relações humanas dentro desse espaço coletivo marcado por intensa convivência.
Leia maisPor Aluísio Azevedo (1884)
Casa de Pensão, de Aluísio Azevedo, retrata a história de Amâncio, um jovem que se muda para o Rio de Janeiro para estudar e acaba se envolvendo em conflitos amorosos e sociais dentro de uma pensão. A obra expõe as tensões morais e os interesses da sociedade da época, revelando, com olhar crítico, as hipocrisias e pressões que moldam o destino dos personagens.
Leia maisPor Machado de Assis (1866)
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O pai” originalmente no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1866. O conto retrata, em tom moral e sentimental, a queda e redenção de uma jovem seduzida, exaltando o amor paterno, o trabalho e a reparação como caminhos de honra.
Leia maisPor Machado de Assis (1862)
Machado de Assis (1839–1908) publicou “O País das quimeras” em 1862, no periódico O Futuro. Conto fantástico e satírico, narra a viagem aérea do poeta Tito ao reino das Quimeras, alegoria mordaz das ilusões românticas, da vaidade social e das utopias humanas, revelando já a fina ironia do jovem autor.
Leia maisPor Machado de Assis (1862)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, estreou “O protocolo” em novembro de 1862, no Ateneu Dramático do Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro. Comédia em um ato, a peça satiriza o ciúme conjugal e a vaidade masculina, explorando, com ironia, as tensões da vida doméstica e os jogos de aparência social.
Leia maisPor Machado de Assis (1866)
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, publicou o conto “O caipora” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1866. A narrativa acompanha a vida azarada de João das Mercês, exemplo extremo de “caiporismo”, explorando com humor e ironia a ideia de destino adverso e as ilusões humanas diante da fortuna e do acaso.
Leia maisPor Machado de Assis (1873)
Machado de Assis (1839–1908) publicou “O Relógio de Ouro” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1873. O conto explora o ciúme conjugal e a suspeita, expondo, com ironia e análise psicológica, as fragilidades do matrimônio burguês e os perigos das conclusões precipitadas.
Leia maisPor Aluísio Azevedo (1891)
Em A Mortalha de Alzira, de Aluísio, é apresentada uma história marcada por mistério, paixão e elementos sombrios. A narrativa acompanha acontecimentos ligados à figura de Alzira, envolvendo sentimentos intensos, segredos e atmosferas de suspense. Com forte tom dramático, a obra mistura romance e aspectos do fantástico para explorar temas como amor, morte e obsessão.
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