Por Gregório de Matos (1696)
Este conjunto de crônicas, atribuído ao poeta barroco Gregório de Matos, foi produzido no século XVII, na Bahia colonial. As composições, muitas vezes satíricas e irônicas, retratam o cotidiano baiano sob a ótica de um exilado. O autor documenta com agudeza os costumes, vícios, a corrupção social e os flagelos da época, como a peste de 1686, utilizando uma linguagem erudita e contundente para criticar a hipocrisia e a precariedade da vida na Corte da então capital do Brasil.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1669)
O “Sermão da Quinta-Feira da Quaresma”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado na Misericórdia de Lisboa, em 1669, durante o período da Quaresma. Partindo do episódio bíblico da cura de um cego por Cristo, Vieira critica aqueles que, mesmo tendo visão, permanecem “cegos” pela inveja e pela perfídia. O sermão busca ensinar que reconhecer a verdade e a fé exige abertura espiritual e moral.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1652)
O “Sermão de Nossa Senhora de Penha de França”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1652, na Igreja e Convento de Santo Agostinho, em Lisboa, durante o tríduo da festa de Nossa Senhora, com o Santíssimo Sacramento exposto. Vieira exalta os milagres atribuídos à santa e destaca a permanência de sua devoção, refletindo sobre a memória, a fé e o poder dos milagres.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
Estes poemas, do século XVII, compõem a lírica satírica de Gregório de Matos. Produzidos na Bahia, satirizam figuras locais que buscavam ascensão social e prestígio através de artifícios, falsas fidalguias e títulos comprados, além de criticar a elite "Caramuru" (descendentes de colonos e indígenas). O autor usa o deboche e a ironia para expor o arrivismo e a hipocrisia de uma sociedade colonial em busca de validação aristocrática.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
Estes poemas de Gregório de Matos, produzidos no século XVII em Salvador, integram o ciclo de sátiras trocadas entre o poeta e o vigário Lourenço Ribeiro. Em um cenário de tensões sociais e boemia colonial, as composições utilizam a agressividade verbal e o deboche para atacar a autoridade, a moral e a honra alheia. A obra documenta a faceta cáustica de Gregório, que, ao ser satirizado, responde com petulância, denunciando as hipocrisias da elite e da sociedade baiana seiscentista.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
O texto é atribuído a Gregório de Matos, expoente do Barroco brasileiro do século XVII. Produzido provavelmente em Salvador, Bahia, no contexto colonial seiscentista, reflete as vivências amorosas e satíricas do poeta em sua sociedade. A obra compila versos dirigidos à dama "Brites", traçando um arco que vai do galanteio idealizado ao desengano satírico diante do casamento da musa com outro sujeito, revelando as tensões entre desejo, honra e vaidade.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
Estes versos de Gregório de Matos, produzidos em Salvador no século XVII, compõem um ciclo satírico dedicado a Maria Viegas. Em um contexto de boemia e tensões coloniais, o poeta utiliza uma linguagem chula e agressiva para subverter os padrões morais da elite baiana, explorando temas como desejo carnal, honra e vaidade, ao mesmo tempo em que ironiza a convivência social e os "milagres" (ou vícios) que o poeta percebia no cotidiano de sua época.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
Este conjunto de poemas de Gregório de Matos, expoente do Barroco baiano do século XVII, foi escrito em Salvador, em um contexto de boemia e transgressão social. Os versos endereçados a Custódia exploram o dilema entre o desejo carnal e o amor platônico, servindo como uma crônica satírica das relações amorosas e das convenções morais da época.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
Estes poemas de Gregório de Matos, produzidos no século XVII em Salvador, narram o encontro do poeta com três moças na Igreja de São Francisco. Inicialmente, Joana é exaltada com galanteios barrocos que celebram sua beleza singular. Contudo, após uma desilusão, o tom muda radicalmente para a sátira, associando o uso de uma saia verde ao pecado e à queda da dama. A obra reflete a inconstância amorosa e a verve crítica do poeta diante da sociedade colonial baiana.
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