Letras+ | Letródromo | Letropédia | LiRA | PALCO | UnDF




?
Busca avançada
BlogTabela
#Anedotas#Literatura Brasileira

O capitão Mendonça

Por Machado de Assis (1870)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou o conto “O capitão Mendonça” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1870. A narrativa mistura humor, fantasia científica e ironia para acompanhar o encontro de um jovem com um excêntrico químico que afirma poder criar vida e produzir gênios. O texto satiriza o cientificismo e explora os limites entre razão, sonho e imaginação.

Leia mais
#Contos#Literatura Brasileira

O carro 13

Por Machado de Assis (1868)

Machado de Assis (1839–1908), um dos principais escritores do Realismo brasileiro, publicou o conto “O carro nº 13” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1868. A narrativa acompanha o fazendeiro Amaro, que, após se envolver em um romance epistolar misterioso, descobre um engano que revela a fragilidade das ilusões amorosas. Com humor e ironia, o autor critica a curiosidade romântica e as idealizações sentimentais.

Leia mais
#Contos#Literatura Brasileira

O caro Barreto

Por Machado de Assis (1892)

Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, publicou o conto “O caso Barreto” na revista A Estação, no Rio de Janeiro, em 1892. A narrativa acompanha um amanuense sonhador e indolente que, entre devaneios sociais e projetos de ascensão, adia deveres profissionais. Com ironia fina, o autor examina a vaidade, a procrastinação e as ilusões de prestígio na vida urbana carioca.

Leia mais
#Contos#Literatura Brasileira

O caso da viúva

Por Machado de Assis (1881)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores autores do Realismo brasileiro, publicou o conto “O caso da viúva” originalmente no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1881. A narrativa examina os conflitos entre amor, conveniência social e dever familiar, acompanhando a jovem viúva Maria Luísa e as reviravoltas sentimentais que cercam seu destino, em tom irônico e crítico das ilusões românticas.

Leia mais
#Poemas em verso#Literatura Brasileira

O Almada

Por Machado de Assis (1858)

Machado de Assis (1839–1908), um dos principais nomes da literatura brasileira, publicou o poema narrativo “O Almada” em 1858, no Rio de Janeiro. A obra recria, em tom satírico-épico, um episódio do período colonial envolvendo o prelado Almada e conflitos entre autoridades civis, religiosas e o povo. Com linguagem paródica dos poemas heroicos, o texto combina crítica social, humor e erudição histórica.

Leia mais
#Contos#Literatura Brasileira

O segredo da Augusta

Por Machado de Assis (1868)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou o conto “O Segredo de Augusta” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1868. A narrativa satiriza a sociedade burguesa e seus interesses materiais, expondo vaidade, casamento por conveniência e aparências sociais com ironia e crítica moral características do autor.

Leia mais
#Contos#Literatura Brasileira

O segredo do Bonzo

Por Machado de Assis (1882)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou o conto “O Segredo do Bonzo” em 1882, no livro Papéis Avulsos. Em tom satírico e alegórico, a narrativa critica a credulidade humana e o poder das aparências sociais, mostrando como ideias falsas podem prosperar quando aceitas pela opinião coletiva

Leia mais
#Contos#Literatura Brasileira

O Teles e o Tobias

Por Machado de Assis (1866)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, publicou o conto satírico “O Teles e o Tobias” no periódico Semana Ilustrada, no Rio de Janeiro, em 1866. O texto ironiza a política local do Império, mostrando como rivalidades pessoais e ambições eleitorais transformam a vida pública em comédia de interesses, disputas e vaidades.

Leia mais
#Crônicas#Literatura Brasileira

O velho Senado

Por Machado de Assis (1899)

Machado de Assis (1839–1908), grande nome do Realismo brasileiro, publicou “O Velho Senado” em 1898, no livro Páginas Recolhidas. Em tom memorialístico, o autor recorda o Senado do Império na década de 1860, descrevendo figuras políticas, debates e costumes parlamentares, numa reflexão sobre o tempo, a política e a passagem das gerações.

Leia mais
‹‹ Primeiro‹ Anterior...56789...Próximo ›Último ››