Por Machado de Assis (1884)
Publicado originalmente na revista A Estação, no Rio de Janeiro, em 15 de junho de 1884, este conto de Machado de Assis (1839–1908) é uma sátira psicológica afiada sobre a inveja e o ressentimento humano. A narrativa investiga a trajetória de Nicolau, um homem cuja vida é regida por uma verdadeira patologia: a incapacidade de suportar a beleza, o talento ou o sucesso alheio. Com sua ironia cirúrgica, o autor traça uma caricatura amarga do espírito humano, culminando em uma surpreendente e vaidosa última vontade.
Leia maisPor Camilo Castelo Branco (1882)
A Brasileira de Prazins é um romance que retrata a sociedade portuguesa do século XIX por meio de uma trama marcada por paixões, interesses familiares e conflitos de honra. A obra acompanha personagens envolvidos em relações complexas, revelando costumes, valores e tensões sociais da época, ao mesmo tempo em que explora temas como amor, vingança e destino.
Leia maisPor Camilo Castelo Branco (1869)
"Os Brilhantes do Brasileiro" é uma narrativa que retrata os costumes e as relações sociais da sociedade portuguesa, explorando temas como ambição, status, riqueza e busca por reconhecimento. Por meio de personagens marcados por interesses e conflitos familiares, a obra apresenta uma crítica bem-humorada às aparências e aos valores sociais, oferecendo ao leitor um olhar atento e irônico sobre o comportamento humano.
Leia maisPor Camilo Castelo Branco (1862)
"Amor de Perdição", de Camilo Castelo Branco, é um dos principais romances do Romantismo português. A obra narra a história de amor entre Simão Botelho e Teresa de Albuquerque, jovens pertencentes a famílias rivais. Marcado por conflitos familiares, sofrimento e tragédia, o romance explora temas como paixão, honra e destino, tornando-se um dos mais conhecidos exemplos de amor impossível na literatura de língua portuguesa.
Leia maisPor Machado de Assis (1892)
Machado de Assis (1839–1908), principal autor do Realismo brasileiro, explora em “Um sonho e outro sonho” os conflitos entre memória, desejo, superstição e liberdade afetiva. A narrativa acompanha a viúva Genoveva, dividida entre a fidelidade ao marido morto e um novo amor, após sonhos perturbadores que parecem orientar seu destino. Com fina ironia e análise psicológica, o conto foi publicado originalmente em A Estação, em 31 de maio de 1892.
Leia maisPor Machado de Assis (1883)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em “Uma Senhora” a vaidade, o medo do envelhecimento e as ilusões da juventude. Com fina ironia e aguda observação psicológica, o conto acompanha D. Camila em sua luta contra a passagem do tempo. Publicado originalmente na Gazeta de Notícias em 1883 e reunido depois em Histórias sem data (Rio de Janeiro, 1884), o texto revela a maestria machadiana na construção de personagens complexas e humanas.
Leia maisPor Machado de Assis (1876)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do conto brasileiro, combina humor, fantasia e sátira em “Uma visita de Alcibíades”. Publicado originalmente no Jornal das Famílias (Rio de Janeiro, outubro de 1876), sob o pseudônimo Victor de Paula, o texto narra o encontro insólito entre um desembargador espírita e o célebre ateniense Alcibíades. A narrativa ironiza os costumes modernos e evidencia a refinada inteligência crítica do autor.
Leia maisPor Machado de Assis (1884)
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, explora neste conto a força das ilusões amorosas e a solidão feminina. Publicado originalmente em A Estação em 15 de dezembro de 1884, no Rio de Janeiro, “Uma carta” acompanha as fantasias de Celestina, uma solteirona que acredita ter encontrado o amor, até o desfecho irônico e melancólico, típico da fina observação psicológica machadiana.
Leia maisPor Machado de Assis (1866)
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, explora neste conto a força das ilusões amorosas e a solidão feminina. Publicado originalmente em A Estação em 15 de dezembro de 1884, no Rio de Janeiro, “Uma carta” acompanha as fantasias de Celestina, uma solteirona que acredita ter encontrado o amor, até o desfecho irônico e melancólico, típico da fina observação psicológica machadiana.
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