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#Sátiras#Literatura Brasileira

Ao ilustríssimo D. Fr. João da Madre de Deus mudando-se para o seu novo palácio, que comprou

Por Gregório de Matos (1696)

Poema encomiástico-satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Conhecido apenas por manuscritos e publicado em edições críticas modernas, comenta com graça a mudança do arcebispo para o palácio recém-adquirido.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

O deão André Gomes Caveira se introduziu de tal modo com este prelado em desabono do poeta, que estimulado o dito fez o seguinte

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Transmitido por manuscritos coloniais e editado apenas em compilações modernas, reage à influência do deão André Gomes Caveira, que teria provocado o prelado contra o poeta.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Como acreditou este prelado mais os mexericos de Caveira do que as lisonjas do poeta, lhe fez esta sátira

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Preservado em manuscritos e publicado apenas em edições críticas, denuncia com mordacidade a preferência do prelado pelos mexericos do deão Caveira em detrimento do poeta.

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#Sonetos#Literatura Brasileira

Louva o poeta o sermão que pregou certo mestre na festa que a Justiça faz ao Espírito Santo no Convento do Carmo no ano de 1686

Por Gregório de Matos (1686)

Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto na Bahia e datado de 1686. Conservado em manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas modernas, elogia o sermão proferido na festa do Espírito Santo no Convento do Carmo.

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#Relatos#Literatura Brasileira

História da Província de Santa Cruz

Por Pero de Magalhães Gândavo (1576)

A História da Província de Santa Cruz descreve as primeiras impressões sobre o Brasil sob a ótica portuguesa, registrando aspectos da terra, dos povos indígenas e das atividades econômicas iniciais. A obra busca organizar informações úteis à Coroa, apresentando o território como espaço de interesse estratégico, ao mesmo tempo em que revela tensões e visões coloniais presentes no início da ocupação.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Prosopopéia

Por Bento Teixeira (1601)

Prosopopeia, de Bento Teixeira, é um poema épico que exalta a figura de Jorge de Albuquerque Coelho, representante da elite colonial portuguesa. A obra imita o modelo camoniano, usando linguagem solene e referências mitológicas para glorificar feitos e virtudes ligadas ao domínio luso no Brasil. É um marco inicial da literatura produzida no contexto colonial, revelando valores e ideais da época.

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#Tratados#Literatura Brasileira

Tratado descritivo do Brasil em 1587

Por Gabriel Soares de Sousa (1587)

O Tratado Descritivo do Brasil em 1587, de Gabriel Soares de Sousa, apresenta um panorama amplo do Brasil colonial, descrevendo paisagens, recursos naturais, práticas agrícolas e aspectos da vida indígena. De caráter extenso e minucioso, o texto reúne observações que revelam a organização econômica e social do território no século XVI.

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#Tratados#Literatura Brasileira

Tratado da Terra do Brasil

Por Pero de Magalhães Gândavo (1576)

O Tratado da Terra do Brasil, escrito por Pero de Magalhães Gândavo no século XVI, apresenta uma das primeiras descrições sistemáticas sobre o território, seus habitantes, costumes e riquezas naturais. A obra busca informar leitores europeus sobre a nova colônia portuguesa, combinando observações geográficas, etnográficas e relatos do cotidiano no Brasil.

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#Autos#Literatura Portuguesa

Auto da Festa de São Lourenço

Por José de Anchieta (1587)

O Auto da Festa de São Lourenço é uma peça jesuítica de José de Anchieta, criada como instrumento de catequese e domínio cultural sobre povos indígenas. Ao unir elementos cristãos a referências nativas, o auto servia à estratégia missionária de impor a fé europeia, revelando o caráter disciplinador e assimétrico das relações coloniais presentes no teatro jesuítico.

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