Por Machado de Assis (1875)
Machado de Assis (1839–1908) é o autor de “Os Semeadores”, poema do livro Americanas, no qual reflete sobre a formação histórica e moral do Brasil. O texto associa imagens do trabalho e da semeadura à ideia de herança cultural e construção coletiva do futuro, articulando lirismo, crítica histórica e sentido simbólico do progresso humano.
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Machado de Assis (1839–1908) é o autor de “A Flor do Embiruçu”, poema presente no livro Americanas. Nele, o poeta explora a ideia de beleza e efemeridade por meio da flor que simboliza a natureza fugaz da vida e das emoções humanas. A obra reflete sobre o confronto entre o sublime e o passageiro, unindo lirismo e filosofia de maneira única.
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Machado de Assis (1839–1908) é o autor de “Lua Nova”, poema integrante de Americanas. O texto associa a imagem da lua nascente à renovação, ao mistério e às forças simbólicas da natureza, dialogando com temas indígenas e míticos. O lirismo contido antecipa traços reflexivos que marcariam a poesia e a prosa madura do autor.
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Machado de Assis (1839–1908) é o autor de “Sabina”, poema do livro Americanas. O texto recria, em tom lírico e narrativo, a figura feminina indígena, explorando temas como amor, sacrifício e choque cultural no contexto da formação do Brasil. A composição dialoga com o indianismo, mas revela a visão crítica e refinada do poeta.
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Machado de Assis (1839–1908) é o autor do poema “Última jornada”, integrante do livro Americanas. O texto aborda, em tom elegíaco e narrativo, a morte e o sacrifício de um personagem indígena, refletindo sobre honra, finitude e destino. O poema dialoga com o indianismo oitocentista, reinterpretado com sobriedade e reflexão moral.
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Machado de Assis (1839–1908) é autor do poema “Os Orizes”, integrante do livro Americanas. O texto apresenta um episódio de inspiração indígena, centrado no conflito, na bravura guerreira e na honra coletiva, dialogando com o indianismo do século XIX, mas filtrado por uma linguagem contida e reflexiva, característica da poesia machadiana.
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Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “D. Jucunda”, narrativa que examina a ascensão social, a vaidade e as ambiguidades morais da elite urbana do Segundo Reinado. Com ironia fina e olhar psicológico, o texto contrapõe origem modesta, ambição e aparências, revelando tensões familiares e sociais na formação da protagonista.
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Machado de Assis (1839–1908) é o autor do conto "D. Mônica", publicado originalmente no Jornal das Famílias em 1876. A história aborda temas como ambição, herança, casamento por interesse e dilemas morais, analisando a complexidade dos relacionamentos humanos e a luta entre dever e desejo. Com uma crítica sutil à sociedade carioca do século XIX, o texto é uma das exemplares narrativas de ironia machadiana.
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Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “D. Paula”, narrativa de maturidade em que memória, desejo e moralidade se entrelaçam. A história examina o ciúme, o casamento e a ação do tempo sobre as paixões, revelando a psicologia feminina e a ironia sutil do autor ao confrontar passado e presente na sociedade carioca do século XIX.
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