Por José de Alencar (1853)
Antonio Caminha finou-se em cheiro de santidade, e foi a seu rogo sepultado junto do primeiro ermitão do outeiro, cujo segredo morreu com elle.
Mais tarde, já no seculo passado, quando a grande mata do Catette foi roteada e o povoado estendeu-se pelas apraziveis encostas, houve ali uma chacara, cujo terreno abrangia o outeiro e suas cercanias.
Tendo-se formado uma irmandade para a veneração de Nossa Senhora da Gloria, que tantos milagres fazia, os donos da chacara do Cattete cederam o outeiro para a edificação de uma igreja decente e seu patrimonio.
Foi então que se tratou de construir o templo que actualmente existe, ao qual se deu começo em 1714.
FIM DO ERMITÃO DA GLORIA
Baixar texto completo (.txt)ALENCAR, José de. Alfarrábios: O ermitão da Glória. Disponível em: https://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=43220 . Acesso em: 30 jan. 2026.