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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Alguns passos discretos e tristes

Por Gregório de Matos (1696)

Esta coletânea de Gregório de Matos, produzida no século XVII em Salvador, reflete o desassossego do "poeta da boca do inferno" durante seu exílio. Em meio a reflexões sobre a soledade, a inconstância da fortuna e a corrupção da Corte, o autor utiliza uma linguagem erudita e barroca para exprimir suas angústias existenciais e afetivas. A obra é uma crônica das tensões do viver baiano, abordando temas como a vaidade, o desengano amoroso e a efemeridade da vida frente à morte inevitável.

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Pança farta e pé dormente

Por Gregório de Matos (1696)

Este conjunto de poemas, pertencente à vasta produção satírica e lírica de Gregório de Matos (1636-1696), foi composto no século XVII, na Bahia colonial. Em um contexto de festividades, jornadas ao campo e eventos sociais em Salvador, o poeta utiliza uma linguagem coloquial e mordaz para retratar o cotidiano, os costumes e as contradições da elite baiana e da população local. O tema central é o registro burlesco do viver baiano seiscentista, expondo excessos, vícios e a hipocrisia social.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Opúsculo de Pedro Alz. da Neyva

Por Gregório de Matos (1696)

O texto, de Gregório de Matos (século XVII, Brasil Colônia), compõe sua lírica satírica. Trata-se de uma série de poemas voltados à figura de Pedro Álvares da Neyva, um indivíduo que o autor satiriza por sua pretensa fidalguia, ascensão social baseada em artifícios, falsos títulos e casamentos por interesse. Gregório utiliza o deboche e a crítica social mordaz para expor a hipocrisia de figuras que compravam nobreza, retratando o ambiente decadente e de ambição da sociedade baiana seiscentista.

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A freira: ralo, roda e grade

Por Gregório de Matos (1696)

O texto, produzido por Gregório de Matos na Bahia do século XVII (período colonial), integra sua lírica satírica e amorosa. Trata-se de uma coletânea de poemas direcionados a freiras do Convento do Desterro, em Salvador, e a frequentadores do local. O autor relata suas tentativas de galanteio, rivalidades amorosas com frades, trocas de presentes e intrigas cotidianas da vida conventual baiana, retratando o erotismo e o humor cáustico característicos do barroco brasileiro.

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Mariana, apelidada a rola

Por Gregório de Matos (1696)

Este conjunto de textos, atribuído a Gregório de Matos (século XVII, Brasil Colônia), integra sua lírica satírica. Produzidos na Bahia, os poemas satirizam Mariana, apelidada de "Rola", criticando sua ascensão social através de relações de interesse, especialmente com o mercador inglês Thomaz Patrício. O autor expõe o ambiente de hipocrisia, futilidade e ambição da elite baiana, utilizando o deboche para desmascarar falsas fidalguias e escândalos morais da época.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Letrados

Por Gregório de Matos (1696)

Estes poemas compõem a lírica satírica de Gregório de Matos, produzida na Bahia do século XVII. O autor, conhecido pelo estilo mordaz, volta sua pena contra "letrados", advogados e figuras públicas de Salvador. As composições, marcadas pelo uso de ironia, paródia e linguagem coloquial, expõem as pretensões sociais, a corrupção e os costumes de uma elite colonial que o poeta considerava intelectualmente medíocre e moralmente questionável, frequentemente ridicularizando seus rivais e desafetos.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Maria João

Por Gregório de Matos (1696)

Este texto, atribuído a Gregório de Matos (século XVII, Brasil Colônia), integra sua lírica satírica. Produzido na Bahia, o autor usa o deboche para narrar conflitos amorosos, envolvendo as figuras de Maria João, sua mãe Izabel e Mariquita. Com linguagem mordaz e erótica, Gregório expõe a vida boêmia e as tensões sociais da sociedade baiana da época, utilizando a poesia como veículo de crítica aos costumes, à hipocrisia das relações amorosas e à moral vigente.

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#Sermões#Retórica

Sermão da Terceira Dominga da Quaresma

Por Padre Antônio Vieira (1655)

O “Sermão da Terceira Dominga da Quaresma”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado na Capela Real de Lisboa, em 1655, durante a Quaresma. Dirigido a um público ligado à corte, o sermão busca refletir sobre a responsabilidade dos ministros e governantes. Vieira critica a corrupção, as injustiças e a demora nas decisões, defendendo uma atuação responsável, justa e comprometida com o bem público.

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#Sermões#Retórica

Sermão do Santíssimo Sacramento

Por Padre Antônio Vieira (1674)

O “Sermão do Santíssimo Sacramento”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1662, na Igreja de Santa Engrácia, em Lisboa, e dirigido especialmente à nobreza portuguesa. Em um contexto de conflitos e desunião social, Vieira utiliza a Eucaristia para defender a importância da união entre os homens. O sermão relaciona a comunhão com Cristo à necessidade de concórdia e união na sociedade portuguesa.

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