Por Oscar Wilde (1887)
"The Sphinx Without a Secret" foi publicado em 1891, na antologia Lord Arthur Savile’s Crime and Other Stories (O Crime de Lord Arthur Savile e Outras Histórias). O texto narra a paixão de Lord Murchison por Lady Alroy, uma viúva envolta em aura enigmática. Fascinado por seus gestos misteriosos, ele acredita que a dama oculta um segredo profundo, mas descobre, após sua morte, que o mistério era apenas aparência. Ou seja, o "segredo" era justamente não haver segredo algum. Com ironia e elegância, Wilde revela como a ilusão e a teatralidade podem ser mais sedutoras que a própria verdade, convidando o leitor a refletir sobre o fascínio do vazio.
Leia maisPor Edgar Allan Poe - Tradução por Fernando Pessoa (1849)
Annabel Lee, de Edgar Allan Poe (1809–1849), foi publicado postumamente em 9 de outubro de 1849, dois dias após a morte do autor, no The New York Tribune. O poema foi incluído como parte do obituário escrito por Rufus Griswold, amigo e executor literário de Poe, publicado na edição vespertina do jornal. O poema, de caráter lírico e gótico, trata do amor intenso e eterno entre o eu-lírico e Annabel Lee, exaltando sentimentos de paixão, perda e morte. Com ritmo melódico e linguagem emotiva, Poe convida o leitor a mergulhar na força do amor idealizado e na tragédia da separação prematura.
Leia maisPor Casimiro de Abreu (1859)
O poema "Poesia e Amor" de Casimiro de Abreu (1839–1860) é uma das obras mais representativas do poeta brasileiro da segunda geração romântica. Publicado em 1859 na coletânea As Primaveras, o poema expressa a sensibilidade e o lirismo característicos do movimento ultrarromântico. Por meio de versos melódicos e imagens poéticas, Casimiro de Abreu celebra a beleza efêmera da natureza, o encanto do amor e a nostalgia da juventude.
Leia maisPor Fernando Pessoa (1919)
O poema "Caminho a Teu Lado Mudo" é uma obra de Fernando Pessoa, escrita entre 1918 e 1930, que reflete sua fase simbolista e modernista. A poesia explora temas como solidão, indiferença e a busca por sentido na vida, utilizando uma linguagem introspectiva e melancólica. O poema foi publicado postumamente na coletânea Poesias Inéditas em 2005.
Leia maisPor Machado de Assis (1855)
Ela, poema de Machado de Assis (1839–1908), foi publicado em 12 de janeiro de 1855 na revista Marmota Fluminense, quando o autor tinha apenas 16 anos. O texto exalta a beleza feminina, com destaque para os olhos, o rosto e a boca da amada, em linguagem lírica e idealizada. Este poema marca o início da carreira literária de Machado, revelando sua sensibilidade poética desde a juventude e sua habilidade em explorar emoções e imagens com delicadeza.
Leia maisPor Edgar Allan Poe (1843)
O Gato Negro, de Edgar Allan Poe (1809‑1849), foi publicado em 1843, nos Estados Unidos, na revista The Saturday Evening Post. Considerado um clássico do horror gótico e da literatura macabra, o conto explora culpa, perversidade e instabilidade psicológica, narrando eventos sobrenaturais e obsessivos. Com atmosfera sombria e tensão crescente, Poe convida o leitor a mergulhar na mente perturbada de seu protagonista.
Leia maisPor Machado de Assis (1868)
A Mulher de Preto, de Machado de Assis (1839–1908), foi publicado originalmente em 1868 no Jornal das Famílias, com o pseudônimo J.J. Posteriormente, foi incluído na coletânea Contos Fluminenses, lançada em 1870. O conto aborda temas como amizade, traição e moralidade, explorando a complexidade das relações humanas. Com uma narrativa concisa e estilo irônico, Machado de Assis convida o leitor a refletir sobre os dilemas éticos e sociais da época.
Leia maisPor Florbela Espanca (1919)
O célebre soneto "Eu...", da poeta portuguesa Florbela Espanca, foi publicado pela primeira vez em sua obra de estreia, Livro de Mágoas, no ano de 1919. A coletânea marcou o início da trajetória literária de uma das vozes femininas mais importantes da literatura de língua portuguesa.
Leia maisPor Machado de Assis (1882)
A Carteira, de Machado de Assis (1839‑1908), foi publicado em 1882, no Rio de Janeiro, originalmente em periódicos da época. O conto faz parte da fase realista do autor, marcada pela ironia sutil e pela crítica às convenções sociais. Com narrativa concisa e observação psicológica precisa, o texto revela o cotidiano e as pequenas contradições humanas, convidando o leitor a refletir sobre comportamentos e valores da sociedade carioca do século XIX.
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