Por Machado de Assis (1896)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou “O enfermeiro” originalmente no livro Várias histórias, lançado no Rio de Janeiro em 1896. Narrado em tom confessional, o conto examina culpa, interesse e autojustificação ao relatar a morte suspeita de um coronel e a inesperada herança deixada ao narrador.
Leia maisPor Machado de Assis (1882)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou “O espelho” originalmente no livro Papéis Avulsos, lançado no Rio de Janeiro em 1882. Em forma de narrativa filosófica, o conto propõe a “teoria das duas almas”, refletindo, com ironia e sutileza, sobre identidade, aparência e o peso social dos papéis.
Leia maisPor Machado de Assis (1884)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou “O lapso” originalmente no livro Histórias sem data, lançado no Rio de Janeiro em 1884. Ambientado no século XVIII, o conto satiriza, com engenho, a sociedade colonial ao narrar a suposta doença de um devedor que “esquece” de pagar.
Leia maisPor Machado de Assis (1886)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “O oráculo” originalmente no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1866. Com humor e ironia, o conto narra os infortúnios de Leonardo, interesseiro frustrado por um “oráculo” inesperado, satirizando ambição, casamento por conveniência e ilusões sociais.
Leia maisPor Machado de Assis (1886)
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O pai” originalmente no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1866. O conto retrata, com tom moral e sentimental, a queda e redenção de uma jovem seduzida, exaltando o amor paterno, o trabalho e a reparação como caminhos de honra.
Leia maisPor Franklin Távora (1876)
O Cabeleira é um romance regionalista que retrata o cangaço no Nordeste brasileiro. A narrativa acompanha José Gomes, temido bandido conhecido como Cabeleira, explorando sua formação, seus conflitos e a influência do meio social em sua trajetória. A obra combina ação e crítica social, destacando a violência, a pobreza e as injustiças da época.
Leia maisPor Franklin Távora (1878)
O Matuto é um romance regionalista que retrata a vida no interior nordestino, explorando costumes, valores e conflitos sociais da época. A narrativa acompanha personagens ligados ao meio rural, destacando tensões entre tradição e mudança. Com linguagem marcada pelo regionalismo, a obra valoriza a cultura local e apresenta um olhar crítico sobre a realidade social do sertão.
Leia maisPor Franklin Távora (1879)
O Sacrifício retrata conflitos morais e sociais no interior nordestino, acompanhando personagens marcados por valores como honra, dever e tradição. A narrativa explora dilemas envolvendo amor, lealdade e renúncia, evidenciando como escolhas individuais podem transformar destinos. Ao mesmo tempo, apresenta um olhar crítico sobre a sociedade da época e seus costumes.
Leia maisPor Visconde de Taunay (1871)
A Retirada da Laguna narra a dramática expedição do Exército brasileiro durante a Guerra do Paraguai, destacando as dificuldades enfrentadas pelos soldados em território inimigo. A obra descreve combates, doenças, fome e a dura travessia pelo interior, valorizando a coragem e o sofrimento humano. O relato combina memória histórica e sensibilidade literária ao retratar a experiência da guerra.
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