Por Mário de Andrade (1942)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, aborda em “O poço” as relações de poder entre patrão e trabalhadores rurais. A queda de uma caneta no poço leva o autoritário Joaquim Prestes a submeter seus empregados a uma tarefa perigosa, revelando desigualdade, violência e resistência. Escrito e revisto em 1942, o conto teve publicação póstuma em Contos novos, em 1947.
Leia maisPor Mário de Andrade (1947)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, explora em “Atrás da catedral de Ruão” a sexualidade reprimida de Mademoiselle, professora de francês de 43 anos, contraposta à desenvoltura de suas jovens alunas. Desejo, pudor e fantasia emergem por meio do humor, dos duplos sentidos e da mistura entre português e francês. O conto foi publicado postumamente em Contos novos, em 1947.
Leia maisPor Mário de Andrade (1942)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, aborda em “O peru de Natal” as relações familiares após a morte de um pai austero. Ao propor um peru só para a família na ceia natalina, o narrador Juca rompe com hábitos de privação e desencadeia uma libertação afetiva, em narrativa marcada por humor, memória e crítica à autoridade patriarcal. O conto foi publicado postumamente em Contos novos, em 1947.
Leia maisPor Mário de Andrade (1942)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, explora em “Frederico Paciência” a intensa amizade entre Juca e um colega de adolescência, marcada por admiração, desejo, intimidade e repressão. De forte tensão homoerótica, o conto foi elaborado durante cerca de 18 anos (1924–1942). Por considerar delicado o tema, o autor determinou que só saísse em livro. Foi publicado postumamente em Contos novos, em 1947.
Leia maisPor Mário de Andrade (1943)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, constrói em “Nelson” um enigmático frequentador de bar cuja vida é reconstituída pelos comentários e conjecturas de quatro rapazes. O conto explora a curiosidade, a fofoca e a impossibilidade de conhecer plenamente o outro, contrapondo realidade e imaginação. Escrito em 1943, foi publicado postumamente em Contos novos, em 1947.
Leia maisPor Mário de Andrade (1943)
Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, recria em “Tempo da camisolinha” uma lembrança dolorosa da infância: o corte dos cabelos do menino narrador, imposto pelo pai, e sua resistência íntima à autoridade adulta. O conto explora humilhação, orgulho, amadurecimento e descoberta da compaixão. Foi publicado postumamente em Contos novos, em 1947.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1647)
O “Sermão da Bula da Santa Cruzada”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1647, na Catedral de Lisboa, em Portugal, no contexto da publicação da Bula da Santa Cruzada. O objetivo era explicar e valorizar suas graças espirituais, incentivando os fiéis a participar desse ato religioso. Vieira discute a misericórdia e a salvação, defendendo a importância da fé, da penitência e da prática cristã.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1673)
O “Sermão da Quarta-Feira de Cinza”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1673, na Igreja de Santo Antônio dos Portugueses, em Roma, durante a Quaresma. Nesse contexto religioso, Vieira busca levar os fiéis a refletir sobre a morte e a salvação da alma. O sermão defende que o homem deve abandonar as vaidades e os pecados, “morrendo” para o mundo antes da morte física, para alcançar a bem-aventurança eterna.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1674)
O “Sermão da Rainha Santa Isabel”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1674, na Igreja de Santo Antônio dos Portugueses, em Roma, durante as celebrações em homenagem à santa portuguesa. Dirigido aos fiéis, o sermão busca exaltar a fé e as virtudes de Isabel. Vieira apresenta a rainha como exemplo de santidade, caridade e força, destacando sua dupla condição: grande rainha por ser santa e grande santa por ser rainha.
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