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#Elegias#Literatura Brasileira

Ao retiro que fez este ilustríssimo prelado, sentidíssimo e magoado pela tirana e violenta morte que o capitão da guarda Luiz Ferreira de Noronha deu a seu sobrinho

Por Gregório de Matos (1696)

Poema elegíaco-encomiástico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no fim do século XVII. Conhecido apenas por manuscritos e publicado em edições críticas modernas, registra o recolhimento dolorido do prelado após o assassinato de seu sobrinho.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Aos missionários, a quem o arcebispo D. Fr. João da Madre de Deus recomendava muito as vias sacras, que, enchendo a cidade de cruzes, chamavam do púlpito as pessoas por seus nomes, repreendendo a quem faltava

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico-religioso atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Preservado em manuscritos e editado apenas em compilações modernas, critica com ironia o rigor dos missionários nas vias-sacras públicas, que repreendiam nominalmente os ausentes.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

A certo Provincial de certa religião que pregou o Mandato em termos tão ridículos que mais serviu de motivo de riso do que de compaixão

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Transmitido apenas em manuscritos e publicado em edições críticas modernas, ridiculariza um sermão do Mandato tão desajeitado que provocou riso em vez de devoção.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Ao cura da Sé que era naquele tempo, introduzida ali por dinheiro, e com presunções de namorado; satiriza o poeta como criatura do prelado

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no fim do século XVII. Preservado em manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas modernas, denuncia com ironia a nomeação comprada de um cura da Sé e suas vaidosas pretensões.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Ao ilustríssimo D. Fr. João da Madre de Deus mudando-se para o seu novo palácio, que comprou

Por Gregório de Matos (1696)

Poema encomiástico-satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Conhecido apenas por manuscritos e publicado em edições críticas modernas, comenta com graça a mudança do arcebispo para o palácio recém-adquirido.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

O deão André Gomes Caveira se introduziu de tal modo com este prelado em desabono do poeta, que estimulado o dito fez o seguinte

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Transmitido por manuscritos coloniais e editado apenas em compilações modernas, reage à influência do deão André Gomes Caveira, que teria provocado o prelado contra o poeta.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Como acreditou este prelado mais os mexericos de Caveira do que as lisonjas do poeta, lhe fez esta sátira

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Preservado em manuscritos e publicado apenas em edições críticas, denuncia com mordacidade a preferência do prelado pelos mexericos do deão Caveira em detrimento do poeta.

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#Sonetos#Literatura Brasileira

Louva o poeta o sermão que pregou certo mestre na festa que a Justiça faz ao Espírito Santo no Convento do Carmo no ano de 1686

Por Gregório de Matos (1686)

Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto na Bahia e datado de 1686. Conservado em manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas modernas, elogia o sermão proferido na festa do Espírito Santo no Convento do Carmo.

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#Relatos#Literatura Brasileira

História da Província de Santa Cruz

Por Pero de Magalhães Gândavo (1576)

A História da Província de Santa Cruz descreve as primeiras impressões sobre o Brasil sob a ótica portuguesa, registrando aspectos da terra, dos povos indígenas e das atividades econômicas iniciais. A obra busca organizar informações úteis à Coroa, apresentando o território como espaço de interesse estratégico, ao mesmo tempo em que revela tensões e visões coloniais presentes no início da ocupação.

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