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#Contos#Literatura Brasileira

O escrivão Coimbra

Por Machado de Assis (1906)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “O escrivão Coimbra” no Almanaque Brasileiro Garnier, no Rio de Janeiro, em 1906. O conto retrata a obsessão de um escrivão pela loteria, explorando fé, acaso e ilusão. Com ironia e análise psicológica, o autor critica a persistência humana diante da esperança e revela as contradições entre descrença e superstição.

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#Contos#Literatura Brasileira

O imortal

Por Machado de Assis (1882)

Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou o conto “O imortal” originalmente em 1882, no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro. A narrativa, marcada por ironia e fantástico, discute a imortalidade como maldição, acompanhando a vida interminável de um homem condenado ao tédio, à perda e à repetição da experiência humana.

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#Contos#Literatura Brasileira

A Partida

Por Coelho Neto (1897)

“A partida”, de Coelho Neto, aborda o momento da despedida e os sentimentos que a acompanham, como saudade, incerteza e esperança. Com tom sensível, a narrativa explora as emoções dos personagens diante da separação, revelando a intensidade dos laços afetivos e as marcas deixadas pelo afastamento.

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#Contos#Literatura Brasileira

O Duplo

Por Coelho Neto (1895)

Em “O Duplo”, Coelho Neto explora a ideia da duplicidade humana, acompanhando um personagem que se depara com uma versão de si mesmo. A narrativa mergulha em conflitos psicológicos e identitários, revelando tensões entre aparência e essência, em um clima de mistério e introspecção que provoca reflexão sobre a própria identidade.

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#Romances#Literatura Brasileira

O Turbilhão

Por Coelho Neto (1906)

No romance “O Turbilhão”, de Coelho Neto, a narrativa se constrói a partir de acontecimentos intensos que envolvem paixões, conflitos e decisões impulsivas. Ao longo da obra, os personagens enfrentam situações que alteram seus destinos, revelando a instabilidade das emoções e a complexidade das relações humanas em meio a um contexto dinâmico e envolvente.

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#Biografias#Literatura Brasileira

Mano

Por Coelho Neto (1924)

“Mano” apresenta um relato marcado pela dor e pela saudade, no qual o autor relembra a vida de seu filho Emmanuel. A obra combina elementos biográficos e emocionais, destacando sua trajetória, virtudes e morte precoce, transformando a escrita em um gesto de luto e homenagem, profundamente sensível e pessoal.

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#Contos#Literatura Brasileira

14 de Julho na roça

Por Raul Pompéia (1881)

O conto “14 de julho na roça”, de Raul Pompeia, retrata com ironia e crítica social a tentativa de reproduzir, no ambiente rural brasileiro, a celebração da Revolução Francesa. A narrativa evidencia o contraste entre ideias europeias e a realidade local, expondo costumes, ingenuidades e contradições da sociedade da época.

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#Contos#Literatura Brasileira

As joias da Coroa

Por Raul Pompéia (1882)

O conto “As joias da coroa”, de Raul Pompeia, apresenta uma crítica sutil à vaidade, ao poder e às aparências sociais. A narrativa gira em torno do valor simbólico das joias, revelando como o prestígio e a ambição podem influenciar comportamentos. Com ironia, o autor expõe as contradições humanas e os excessos ligados ao desejo de status.

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#Romances#Literatura Brasileira

O Ateneu

Por Raul Pompéia (1888)

“O Ateneu”, de Raul Pompeia, narra a experiência do jovem Sérgio em um colégio interno, onde enfrenta descobertas, conflitos e desilusões. A obra revela, com forte tom crítico, as relações de poder, hipocrisia e vaidade presentes no ambiente escolar, funcionando como uma metáfora da sociedade da época.

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