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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Espasmo

Por Mário de Andrade (1917)

Escrito por Mário de Andrade (1893–1945), um dos expoentes do Modernismo brasileiro, o poema "Espasmo" compõe a obra "Há uma gota de sangue em cada poema", que reflete as angústias e brutalidades da Primeira Guerra Mundial. Com um tom pacifista e comoção humanitária, o texto denuncia a violência, as ruínas e as "hecatombes monstruosas" do conflito. Uma leitura visceral e indispensável sobre as dores do mundo.

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#Baladas#Literatura Brasileira

Guilherme

Por Mário de Andrade (1917)

Escrito por Mário de Andrade (1893–1945), um dos expoentes do Modernismo brasileiro, o poema "Guilherme" compõe a obra "Há uma gota de sangue em cada poema", que reflete as angústias e brutalidades da Primeira Guerra Mundial. Com um tom pacifista e comoção humanitária, o texto denuncia a violência, as ruínas e as "hecatombes monstruosas" do conflito. Uma leitura visceral e indispensável sobre as dores do mundo.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Devastação

Por Mário de Andrade (1917)

Escrito por Mário de Andrade (1893–1945), um dos expoentes do Modernismo brasileiro, o poema "Devastação" compõe a obra "Há uma gota de sangue em cada poema", que reflete as angústias e brutalidades da Primeira Guerra Mundial. Com um tom pacifista e comoção humanitária, o texto denuncia a violência, as ruínas e as "hecatombes monstruosas" do conflito. Uma leitura visceral e indispensável sobre as dores do mundo.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Natal

Por Mário de Andrade (1917)

Escrito por Mário de Andrade (1893–1945), um dos expoentes do Modernismo brasileiro, o poema "Natal" compõe a obra "Há uma gota de sangue em cada poema", que reflete as angústias e brutalidades da Primeira Guerra Mundial. Com um tom pacifista e comoção humanitária, o texto denuncia a violência, as ruínas e as "hecatombes monstruosas" do conflito. Uma leitura visceral e indispensável sobre as dores do mundo.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Lovaina

Por Mário de Andrade (1917)

Escrito por Mário de Andrade (1893–1945), um dos expoentes do Modernismo brasileiro, o poema "Lovaina" compõe a obra "Há uma gota de sangue em cada poema", que reflete as angústias e brutalidades da Primeira Guerra Mundial. Com um tom pacifista e comoção humanitária, o texto denuncia a violência, as ruínas e as "hecatombes monstruosas" do conflito. Uma leitura visceral e indispensável sobre as dores do mundo.

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#Baladas#Literatura Brasileira

Os carnívoros

Por Mário de Andrade (1917)

Escrito por Mário de Andrade (1893–1945), um dos expoentes do Modernismo brasileiro, o poema "Os carnívoros" compõe a obra "Há uma gota de sangue em cada poema", que reflete as angústias e brutalidades da Primeira Guerra Mundial. Com um tom pacifista e comoção humanitária, o texto denuncia a violência, as ruínas e as "hecatombes monstruosas" do conflito. Uma leitura visceral e indispensável sobre as dores do mundo.

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#Contos#Literatura Brasileira

Vestida de preto

Por Mário de Andrade (1939)

Mário de Andrade (1893–1945), escritor e intelectual central do Modernismo brasileiro, explora em “Vestida de preto” a memória afetiva de Juca e seu amor por Maria, da infância à vida adulta, abordando desejo, repressão e desencontro. O conto foi publicado originalmente em 26 de fevereiro de 1939, no Diário de Notícias, do Rio de Janeiro, e depois revisto pelo autor.

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#Contos#Literatura Brasileira

O ladrão

Por Mário de Andrade (1930)

Mário de Andrade (1893–1945), figura central do Modernismo brasileiro, retrata em “O ladrão” a mobilização dos moradores de um bairro paulistano durante uma perseguição noturna, revelando solidariedade, tensões sociais e comportamentos coletivos. A primeira versão, intitulada “O fugitivo”, saiu em 27 de abril de 1930; profundamente reelaborada, tornou-se “O ladrão”, publicado na revista Clima, em agosto de 1944.

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#Contos#Literatura Brasileira

Primeiro de Maio

Por Mário de Andrade (1934)

Mário de Andrade (1893–1945), um dos principais nomes do Modernismo brasileiro, acompanha em “Primeiro de Maio” o carregador de malas 35 pelas ruas de São Paulo no Dia do Trabalho, contrapondo suas expectativas de celebração e consciência de classe à repressão e ao controle social. O conto foi publicado originalmente em junho de 1934, na revista carioca Rumo, e posteriormente bastante revisto pelo autor.

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