Por Machado de Assis (1881)
Machado de Assis (1839–1908) publicou “Teoria do Medalhão” em janeiro de 1881, na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro. O conto satírico apresenta um diálogo entre pai e filho, em que o pai ensina como se tornar um “medalhão” — símbolo do conformismo social e da mediocridade respeitável —, revelando com ironia a crítica machadiana à hipocrisia e à busca vazia por prestígio.
Leia maisPor Alphonsus de Guimarães (1899)
Alphonsus de Guimaraens (1870–1921), poeta brasileiro nascido em Ouro Preto, publicou o poema Árias e Canções em 1899, no livro Dona Mística. Representante do simbolismo brasileiro, sua obra destaca-se pelo lirismo melancólico e pelo misticismo religioso. Em Árias e Canções, explora temas como a morte, o amor idealizado e a busca por transcendência, utilizando uma linguagem musical e sensorial.
Leia maisPor Florbela Espanca (1919)
Florbela Espanca (1894–1930), poetisa portuguesa nascida em Vila Viçosa, publicou o soneto Vaidade em 1919, no Livro de Mágoas, editado em Lisboa. Sua obra, marcada pelo lirismo intenso e confessional, reflete temas como amor, dor, solidão e morte. Em Vaidade, a autora expressa a efemeridade da vida e a ilusão das ambições humanas, transformando a angústia da finitude em poesia de tom existencial e melancólico.
Leia maisPor Oscar Wilde (1887)
"The Sphinx Without a Secret" foi publicado em 1891, na antologia Lord Arthur Savile’s Crime and Other Stories (O Crime de Lord Arthur Savile e Outras Histórias). O texto narra a paixão de Lord Murchison por Lady Alroy, uma viúva envolta em aura enigmática. Fascinado por seus gestos misteriosos, ele acredita que a dama oculta um segredo profundo, mas descobre, após sua morte, que o mistério era apenas aparência. Ou seja, o "segredo" era justamente não haver segredo algum. Com ironia e elegância, Wilde revela como a ilusão e a teatralidade podem ser mais sedutoras que a própria verdade, convidando o leitor a refletir sobre o fascínio do vazio.
Leia maisPor Edgar Allan Poe - Tradução por Fernando Pessoa (1849)
Annabel Lee, de Edgar Allan Poe (1809–1849), foi publicado postumamente em 9 de outubro de 1849, dois dias após a morte do autor, no The New York Tribune. O poema foi incluído como parte do obituário escrito por Rufus Griswold, amigo e executor literário de Poe, publicado na edição vespertina do jornal. O poema, de caráter lírico e gótico, trata do amor intenso e eterno entre o eu-lírico e Annabel Lee, exaltando sentimentos de paixão, perda e morte. Com ritmo melódico e linguagem emotiva, Poe convida o leitor a mergulhar na força do amor idealizado e na tragédia da separação prematura.
Leia maisPor Casimiro de Abreu (1859)
O poema "Poesia e Amor" de Casimiro de Abreu (1839–1860) é uma das obras mais representativas do poeta brasileiro da segunda geração romântica. Publicado em 1859 na coletânea As Primaveras, o poema expressa a sensibilidade e o lirismo característicos do movimento ultrarromântico. Por meio de versos melódicos e imagens poéticas, Casimiro de Abreu celebra a beleza efêmera da natureza, o encanto do amor e a nostalgia da juventude.
Leia maisPor Fernando Pessoa (1919)
O poema "Caminho a Teu Lado Mudo" é uma obra de Fernando Pessoa, escrita entre 1918 e 1930, que reflete sua fase simbolista e modernista. A poesia explora temas como solidão, indiferença e a busca por sentido na vida, utilizando uma linguagem introspectiva e melancólica. O poema foi publicado postumamente na coletânea Poesias Inéditas em 2005.
Leia maisPor Machado de Assis (1855)
Ela, poema de Machado de Assis (1839–1908), foi publicado em 12 de janeiro de 1855 na revista Marmota Fluminense, quando o autor tinha apenas 16 anos. O texto exalta a beleza feminina, com destaque para os olhos, o rosto e a boca da amada, em linguagem lírica e idealizada. Este poema marca o início da carreira literária de Machado, revelando sua sensibilidade poética desde a juventude e sua habilidade em explorar emoções e imagens com delicadeza.
Leia maisPor Edgar Allan Poe (1843)
O Gato Negro, de Edgar Allan Poe (1809‑1849), foi publicado em 1843, nos Estados Unidos, na revista The Saturday Evening Post. Considerado um clássico do horror gótico e da literatura macabra, o conto explora culpa, perversidade e instabilidade psicológica, narrando eventos sobrenaturais e obsessivos. Com atmosfera sombria e tensão crescente, Poe convida o leitor a mergulhar na mente perturbada de seu protagonista.
Leia mais