Por Machado de Assis (1875)
Machado de Assis (1839–1908) é autor do poema “Os Orizes”, integrante do livro Americanas. O texto apresenta um episódio de inspiração indígena, centrado no conflito, na bravura guerreira e na honra coletiva, dialogando com o indianismo do século XIX, mas filtrado por uma linguagem contida e reflexiva, característica da poesia machadiana.
Leia maisPor Machado de Assis (1873)
Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “D. Jucunda”, narrativa que examina a ascensão social, a vaidade e as ambiguidades morais da elite urbana do Segundo Reinado. Com ironia fina e olhar psicológico, o texto contrapõe origem modesta, ambição e aparências, revelando tensões familiares e sociais na formação da protagonista.
Leia maisPor Machado de Assis (1876)
Machado de Assis (1839–1908) é o autor do conto "D. Mônica", publicado originalmente no Jornal das Famílias em 1876. A história aborda temas como ambição, herança, casamento por interesse e dilemas morais, analisando a complexidade dos relacionamentos humanos e a luta entre dever e desejo. Com uma crítica sutil à sociedade carioca do século XIX, o texto é uma das exemplares narrativas de ironia machadiana.
Leia maisPor Machado de Assis (1884)
Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “D. Paula”, narrativa de maturidade em que memória, desejo e moralidade se entrelaçam. A história examina o ciúme, o casamento e a ação do tempo sobre as paixões, revelando a psicologia feminina e a ironia sutil do autor ao confrontar passado e presente na sociedade carioca do século XIX.
Leia maisPor Machado de Assis (1873)
Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “Decadência de dois grandes homens”, narrativa de tom fantástico e irônico que dialoga com a História romana para refletir sobre loucura, poder, glória e decadência. Publicado no século XIX, o texto combina erudição clássica e humor mordaz, revelando a crítica machadiana às ilusões da grandeza humana.
Leia maisPor Machado de Assis (1861)
Machado de Assis (1839–1908) escreveu Desencantos, fantasia dramática que examina o confronto entre idealismo e pragmatismo nas relações amorosas e sociais. Por meio de diálogos irônicos e situações de desencanto progressivo, o texto reflete sobre amor, casamento, ambição política e amadurecimento moral, revelando o olhar crítico e sutil do autor sobre os valores do seu tempo.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no fim do século XVII. Preservado em manuscritos e publicado apenas em edições críticas, narra com humor a brincadeira feita no Convento do Carmo com uma falsa patente de prior.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Conhecido por manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas modernas, expõe com ironia um escândalo envolvendo um vigário, um ourives e uma mulata.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Preservado apenas em manuscritos e publicado em edições críticas modernas, critica com mordacidade a ambição de um vigário que chegou a provocar a revolta de seus fregueses.
Leia mais