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#Crônicas#Literatura Brasileira

Bons Dias

Por Machado de Assis (1888)

As crônicas de “Bons Dias” foram publicadas em série na Gazeta de Notícias entre 1888 e 1889, onde Machado de Assis, como “B. D.”, comentava cotidiano, política, costumes e novidades do Rio. Reunidas apenas após sua morte, saíram em 1910, organizadas por Mário de Alencar. O conjunto oferece um retrato perspicaz da transição do Império para a República no Brasil.

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#Contos#Literatura Brasileira

Brincar com Fogo

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, publicou Brincar com fogo em 1875, no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro. O conto, de tom leve e irônico, retrata os jogos de sedução e vaidade entre duas jovens amigas e um pretensioso galanteador, expondo com humor a fragilidade das convenções sociais e dos sentimentos.

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#Contos#Literatura Brasileira

Cantiga Velha

Por Machado de Assis (1883)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou Cantiga Velha em 1883, no periódico A Estação: Jornal Ilustrado para a Família, no Rio de Janeiro. O conto reflete sobre a memória, o amor e o tempo, misturando recordações sentimentais e observações sociais em um tom melancólico e reflexivo, característico da maturidade literária do autor.

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#Contos#Literatura Brasileira

Casa Velha

Por Machado de Assis (1885)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou Casa Velha originalmente em folhetins no jornal A Estação entre 1885 e 1886. O romance aborda o amor proibido entre Félix e Lalau, sob a rigidez moral e social do Segundo Reinado. É uma narrativa de introspecção e crítica às convenções da sociedade patriarcal

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#Contos#Literatura Brasileira

Casa, não casa...

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do conto brasileiro, explora em “Casa, Não Casa” o jogo amoroso marcado por dúvida, vaidade e ironia. A narrativa acompanha um triângulo afetivo em que aparências e ciúmes revelam ambiguidades da alma humana, num tom leve e crítico que convida à reflexão. A publicação original ocorreu em duas partes, nas edições de dezembro de 1875 e janeiro de 1876 do Jornal das Famílias.

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#Romances#Literatura Brasileira

Casada e Viúva

Por Machado de Assis (1864)

Machado de Assis (1839-1908) publicou o conto “Casada e Viúva” em novembro de 1864, no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro. A narrativa revela as tensões entre casamento e traição, estabilidade e desejo, através de dois casais que encenam a felicidade aparente enquanto se questionam por dentro — típica mostra da ironia social e psicológica do autor.

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Caso da Vara

Por Machado de Assis (1891)

Machado de Assis (1839–1908), mestre da ironia e da análise moral, publicou “O caso da vara” em 1891, na coletânea Várias histórias, pela Garnier, no Rio de Janeiro. O conto retrata o jovem Damião diante de um dilema ético, dividido entre a própria liberdade e a compaixão por uma escrava, expondo a hipocrisia social e o egoísmo humano com a sutileza psicológica típica do autor.

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#Romances#Literatura Brasileira

Cinco Mulheres

Por Machado de Assis (1865)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, publicou “Cinco mulheres” em 1865, no Jornal das Famílias, do Rio de Janeiro. A narrativa traça retratos femininos que revelam dramas íntimos, sentimentos reprimidos e a condição da mulher na sociedade oitocentista. O texto antecipa temas e recursos psicológicos que marcariam a maturidade do autor.

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#Contos#Literatura Brasileira

Como se inventaram os almanaques

Por Machado de Assis (1890)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo e da ironia na literatura brasileira, publicou “Como se inventaram os almanaques” em 1890, no Almanaque das Fluminenses, no Rio de Janeiro. O conto, em tom alegórico e humorístico, narra o amor entre o Tempo e a Esperança, criando uma fábula filosófica sobre a passagem dos anos e a persistência do desejo humano de eternidade.

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