Por Euclides da Cunha (1907)
Em *Peru versus Bolívia*, Euclides da Cunha analisa as disputas políticas e territoriais entre esses dois países sul-americanos, especialmente em regiões de fronteira marcadas por interesses econômicos e estratégicos. Com seu olhar atento para a geografia, a história e a diplomacia, o autor discute como os conflitos entre nações vizinhas refletem desafios mais amplos da organização política e da ocupação do território na América do Sul.
Leia maisPor Euclides da Cunha (1909)
Publicado postumamente em 1909, À Margem da História reúne ensaios e reportagens de Euclides da Cunha sobre a região amazônica e seus habitantes. A obra aborda temas como a exploração da borracha, as condições de vida dos trabalhadores e os desafios enfrentados nas fronteiras brasileiras, revelando aspectos pouco conhecidos do país e refletindo sobre questões sociais, econômicas e territoriais do início do século XX.
Leia maisPor Machado de Assis (1893)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em “Um quarto de século” os desencontros entre ideal amoroso e vida conjugal. O conto narra o reencontro de Tomás e Raquel após vinte e cinco anos de separação, examinando memória, ilusões afetivas e a passagem do tempo com a fina ironia característica do autor. Publicado originalmente na revista A Estação, em 15 de agosto de 1893, no Rio de Janeiro.
Leia maisPor Machado de Assis (1906)
Machado de Assis (1839–1908), fundador da Academia Brasileira de Letras e maior nome da literatura brasileira, publicou “Um incêndio” originalmente no Almanaque Brasileiro Garnier, em 1906. O conto narra o gesto heroico de um oficial da marinha inglesa que arrisca a vida para salvar uma suposta vítima de um incêndio em Montevidéu. Com ironia sutil e refinada construção narrativa, Machado reflete sobre coragem, ilusão e os limites da percepção humana.
Leia maisPor Machado de Assis (1873)
Machado de Assis foi o maior nome do Realismo brasileiro. Publicado originalmente no Jornal das Famílias em 1873, no Rio de Janeiro, “Um homem superior” retrata a ascensão social de Clemente Soares, personagem movido pela ambição, pelo interesse e pela ingratidão. Com fina ironia, o conto expõe a hipocrisia das relações sociais e antecipa temas centrais da maturidade machadiana.
Leia maisPor Machado de Assis (1875)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “Um esqueleto” originalmente no Jornal das Famílias, entre outubro e novembro de 1875. Neste conto de atmosfera fantástica e macabra, o excêntrico Dr. Belém convive com o esqueleto da primeira esposa, em uma narrativa que combina suspense, ironia e reflexão sobre ciúme, culpa e loucura. O desfecho surpreendente revela o jogo literário característico do autor.
Leia maisPor Machado de Assis (1886)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em “Um dístico” a memória, a ironia e a crítica dos costumes urbanos do Rio de Janeiro oitocentista. A partir da observação de um pedinte de irmandade que também trabalha como porteiro de teatro, o autor constrói uma narrativa breve e mordaz sobre aparência, moralidade e hipocrisia social. O conto foi publicado originalmente em A Quinzena, em 1º de julho de 1886.
Leia maisPor Euclides da Cunha (1902)
"Os Sertões" é a obra mais conhecida de Euclides da Cunha e retrata a Guerra de Canudos, conflito ocorrido no interior da Bahia no final do século XIX. Combinando história, jornalismo, sociologia e literatura, o autor analisa a paisagem do sertão, o perfil de seus habitantes e os acontecimentos que levaram ao confronto entre os seguidores de Antônio Conselheiro e o Exército brasileiro, oferecendo uma reflexão profunda sobre o Brasil de sua época.
Leia maisPor Machado de Assis (1888)
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, explora em “Um Homem Célebre” o conflito entre vocação e ambição artística. Publicado originalmente no jornal Gazeta de Notícias, em 29 de junho de 1888, o conto narra o drama do compositor Pestana, célebre por suas polcas populares, mas frustrado por não conseguir criar a obra erudita que sonha legar à posteridade. Com fina ironia e análise psicológica, Machado reflete sobre talento, reconhecimento e realização pessoal.
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