| A frota em que veio o palliolo deste grande prelado | Gregório de Matos | 1696 | Poemas em verso | #Literatura Brasileira | Leia mais |
| Ao mesmo ilustríssimo senhor chegando de visita à vila de S. Francisco, onde o esperavam muitos clérigos para tomarem ordens | Gregório de Matos | 1696 | Sonetos | #Literatura Brasileira | Leia mais |
| A magnificência com que os moradores daquela vila receberam o dito senhor com vários artifícios de fogo por mar e terra concorrendo para a despesa o vigário | Gregório de Matos | 1696 | Poemas em verso | #Literatura Brasileira | Leia mais |
| Obrigados os ordenandos a cantar o canto-chão desafinaram perturbados à vista do prelado, e os obrigou a que estudassem os sete signos. Celebra o poeta este caso, e louva a prédica que fez sua ilustríssima | Gregório de Matos | 1696 | Sátiras | #Literatura Brasileira | Leia mais |
| A morte violenta que Luiz Ferreira de Noronha, capitão da guarda do governador Antônio Luiz, deu a José de Mello, sobrinho deste prelado | Gregório de Matos | 1696 | Sátiras | #Literatura Brasileira | Leia mais |
| Ao retiro que fez este ilustríssimo prelado, sentidíssimo e magoado pela tirana e violenta morte que o capitão da guarda Luiz Ferreira de Noronha deu a seu sobrinho | Gregório de Matos | 1696 | Elegias | #Literatura Brasileira | Leia mais |
| Aos missionários, a quem o arcebispo D. Fr. João da Madre de Deus recomendava muito as vias sacras, que, enchendo a cidade de cruzes, chamavam do púlpito as pessoas por seus nomes, repreendendo a quem faltava | Gregório de Matos | 1696 | Sátiras | #Literatura Brasileira | Leia mais |
| A certo Provincial de certa religião que pregou o Mandato em termos tão ridículos que mais serviu de motivo de riso do que de compaixão | Gregório de Matos | 1696 | Sátiras | #Literatura Brasileira | Leia mais |
| Ao cura da Sé que era naquele tempo, introduzida ali por dinheiro, e com presunções de namorado; satiriza o poeta como criatura do prelado | Gregório de Matos | 1696 | Sátiras | #Literatura Brasileira | Leia mais |