Por Gregório de Matos (1696)
Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto provavelmente na Bahia no final do século XVII. Transmitido apenas por manuscritos coloniais e publicado em edições críticas modernas, celebra a chegada, por frota, do pálio concedido ao prelado, símbolo de sua elevada dignidade eclesiástica.
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Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Conhecido por manuscritos coloniais e editado apenas em compilações modernas, registra a recepção solene ao prelado durante visita pastoral à vila de São Francisco, onde numerosos clérigos aguardavam ordenação.
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Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto provavelmente na Bahia no final do século XVII. Transmitido apenas por manuscritos e publicado em edições críticas modernas, descreve a recepção festiva ao prelado, celebrada com fogos por mar e por terra.
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Poema satírico-elogioso atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no fim do século XVII. Preservado apenas em manuscritos e publicado tardiamente em edições críticas, narra com humor o episódio em que ordenandos desafinam diante do prelado e recebem admoestação exemplar.
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Poema narrativo-satírico atribuído a Gregório de Matos, composto provavelmente na Bahia no final do século XVII. Transmitido apenas em manuscritos e publicado em edições críticas modernas, relata o homicídio de José de Mello por Luiz Ferreira de Noronha, episódio que marcou a vida política e eclesiástica local.
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Poema elegíaco-encomiástico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no fim do século XVII. Conhecido apenas por manuscritos e publicado em edições críticas modernas, registra o recolhimento dolorido do prelado após o assassinato de seu sobrinho.
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Poema satírico-religioso atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Preservado em manuscritos e editado apenas em compilações modernas, critica com ironia o rigor dos missionários nas vias-sacras públicas, que repreendiam nominalmente os ausentes.
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Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Transmitido apenas em manuscritos e publicado em edições críticas modernas, ridiculariza um sermão do Mandato tão desajeitado que provocou riso em vez de devoção.
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Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no fim do século XVII. Preservado em manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas modernas, denuncia com ironia a nomeação comprada de um cura da Sé e suas vaidosas pretensões.
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