Letras+ | Letródromo | Letropédia | LiRA | PALCO | UnDF




?
Busca avançada
BlogTabela
#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Colloque Sentimental

Por Mário de Andrade (1922)

"Colloque Sentimental" compõe o livro Paulicéia Desvairada, marco da poesia modernista, escrito por Mário de Andrade (1893–1945). A obra explora a São Paulo da década de 1920, abordando a rápida urbanização, as contradições sociais e o ritmo acelerado da metrópole sob uma perspectiva vanguarda e libertária. Foi publicada originalmente em 1922, em São Paulo, e traz o famoso "Prefácio Interessantíssimo", que convida o leitor a romper com as formas tradicionais da literatura.

Leia mais
#Baladas#Literatura Brasileira

Religião

Por Mário de Andrade (1922)

"Religião" compõe o livro Paulicéia Desvairada, marco da poesia modernista, escrito por Mário de Andrade (1893–1945). A obra explora a São Paulo da década de 1920, abordando a rápida urbanização, as contradições sociais e o ritmo acelerado da metrópole sob uma perspectiva vanguarda e libertária. Foi publicada originalmente em 1922, em São Paulo, e traz o famoso "Prefácio Interessantíssimo", que convida o leitor a romper com as formas tradicionais da literatura.

Leia mais
#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Paisagem n°4

Por Mário de Andrade (1922)

"Paisagem n°4" compõe o livro Paulicéia Desvairada, marco da poesia modernista, escrito por Mário de Andrade (1893–1945). A obra explora a São Paulo da década de 1920, abordando a rápida urbanização, as contradições sociais e o ritmo acelerado da metrópole sob uma perspectiva vanguarda e libertária. Foi publicada originalmente em 1922, em São Paulo, e traz o famoso "Prefácio Interessantíssimo", que convida o leitor a romper com as formas tradicionais da literatura.

Leia mais
#Poemas em verso#Literatura Brasileira

As enfibraturas do Ipiranga

Por Mário de Andrade (1922)

"As enfibraturas do Ipiranga" compõe o livro Paulicéia Desvairada, marco da poesia modernista, escrito por Mário de Andrade (1893–1945). A obra explora a São Paulo da década de 1920, abordando a rápida urbanização, as contradições sociais e o ritmo acelerado da metrópole sob uma perspectiva vanguarda e libertária. Foi publicada originalmente em 1922, em São Paulo, e traz o famoso "Prefácio Interessantíssimo", que convida o leitor a romper com as formas tradicionais da literatura.

Leia mais
#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Exaltação da paz

Por Mário de Andrade (1917)

Escrito por Mário de Andrade (1893–1945), um dos expoentes do Modernismo brasileiro, o poema "Exaltação da paz" compõe a obra "Há uma gota de sangue em cada poema", que reflete as angústias e brutalidades da Primeira Guerra Mundial. Com um tom pacifista e comoção humanitária, o texto denuncia a violência, as ruínas e as "hecatombes monstruosas" do conflito. Uma leitura visceral e indispensável sobre as dores do mundo.

Leia mais
#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Inverno

Por Mário de Andrade (1917)

Escrito por Mário de Andrade (1893–1945), um dos expoentes do Modernismo brasileiro, o poema "Inverno" compõe a obra "Há uma gota de sangue em cada poema", que reflete as angústias e brutalidades da Primeira Guerra Mundial. Com um tom pacifista e comoção humanitária, o texto denuncia a violência, as ruínas e as "hecatombes monstruosas" do conflito. Uma leitura visceral e indispensável sobre as dores do mundo.

Leia mais
#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Epitalâmio

Por Mário de Andrade (1917)

Escrito por Mário de Andrade (1893–1945), um dos expoentes do Modernismo brasileiro, o poema "Epitalâmio" compõe a obra "Há uma gota de sangue em cada poema", que reflete as angústias e brutalidades da Primeira Guerra Mundial. Com um tom pacifista e comoção humanitária, o texto denuncia a violência, as ruínas e as "hecatombes monstruosas" do conflito. Uma leitura visceral e indispensável sobre as dores do mundo.

Leia mais
#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Refrão de Obus

Por Mário de Andrade (1915)

Escrito por Mário de Andrade (1893–1945), um dos expoentes do Modernismo brasileiro, o poema "Refrão de Obus" compõe a obra "Há uma gota de sangue em cada poema", que reflete as angústias e brutalidades da Primeira Guerra Mundial. Com um tom pacifista e comoção humanitária, o texto denuncia a violência, as ruínas e as "hecatombes monstruosas" do conflito. Uma leitura visceral e indispensável sobre as dores do mundo.

Leia mais
#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Primavera

Por Mário de Andrade (1917)

Escrito por Mário de Andrade (1893–1945), um dos expoentes do Modernismo brasileiro, o poema "Primavera" compõe a obra "Há uma gota de sangue em cada poema", que reflete as angústias e brutalidades da Primeira Guerra Mundial. Com um tom pacifista e comoção humanitária, o texto denuncia a violência, as ruínas e as "hecatombes monstruosas" do conflito. Uma leitura visceral e indispensável sobre as dores do mundo.

Leia mais
‹‹ Primeiro‹ Anterior12345...Próximo ›Último ››