Por Fernando Pessoa (1914)
Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.
Leia maisPor Machado de Assis (1864)
“Elegia” de Machado de Assis é lamento fúnebre dedicado à memória de uma jovem falecida precocemente. O autor reflete sobre a fragilidade da vida, a injustiça do destino e o consolo que a fé e a poesia oferecem diante do mistério da morte. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.
Leia maisPor Fernando Pessoa (1814)
Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.
Leia maisPor Fernando Pessoa (1919)
Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.
Leia maisPor Machado de Assis (1864)
Machado de Assis em “Horas vivas” reflete sobre a passagem do tempo e as ilusões que se perdem na maturidade. As "horas vivas" são momentos de sonho que contrastam com o desencanto das ambições humanas, convidando o poeta ao repouso do devaneio. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.
Leia maisPor Fernando Pessoa (1922)
Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.
Leia maisPor Machado de Assis (1864)
Neste poema, Machado de Assis idealiza Corina, unindo-a ao conceito de beleza eterna e inspiração divina. O poema percorre a busca do eu lírico por uma perfeição que funde ser e amor, revelando a alma do jovem Machado. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.
Leia maisPor Machado de Assis (1864)
“Última folha” é o poema de encerramento que marca a despedida da fase inicial ("crisálida") de Machado de Assis. Neste texto, o poeta simboliza o desprendimento das ilusões de juventude e a preparação para o amadurecimento poético, buscando voos mais altos e puros. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.
Leia maisPor Fernando Pessoa (1914)
Este poema integra a obra “O Guardador de Rebanhos”, escrita em 1914 e publicada em 1925, por Alberto Caeiro, um dos heterônimos de Fernando Pessoa.
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