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#Crônicas#Literatura Brasileira

Um livro

Por Machado de Assis (1899)

Publicada originalmente na Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro, em 11 de junho de 1899, esta primorosa crônica crítica de Machado de Assis (1839–1908) analisa a obra Cenas da Vida Amazônica, de José Veríssimo. Com sua sensibilidade aguçada, o bruxo do Cosme Velho exalta a força da paisagem nortista e o contraste dramático entre a natureza monumental e as figuras simples do meio rude. Um convite fascinante a descobrir a Amazônia pelo olhar cruzado de dois gigantes da nossa literatura.

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#Ensaios#Literatura Brasileira

Eduardo Prado

Por Machado de Assis (1901)

Publicado originalmente no periódico O Comércio de São Paulo, em 30 de setembro de 1901, este comovente ensaio necrológico de Machado de Assis (1839–1908) homenageia o refinado intelectual e escritor Eduardo Prado. Com sensibilidade e admiração, o Bruxo do Cosme Velho traça um perfil biográfico focado na erudição, no horror à vulgaridade e no apuro estético de Prado, lamentando a sua precoce partida. Uma leitura indispensável sobre a amizade intelectual e a finitude.

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#Ensaios#Literatura Brasileira

Antônio José

Por Machado de Assis (1879)

Neste ensaio crítico publicado originalmente na Revista Brasileira (15 de julho de 1879), Machado de Assis debruça-se sobre a obra e a trágica trajetória de Antônio José da Silva, o "Judeu". Com a agudeza característica, o autor analisa a influência de Molière sobre o dramaturgo português, defende sua originalidade em meio ao gênero da farsa e reflete sobre o "destino decapitado" de um talento cuja vida foi precocemente interrompida pela Inquisição. Um convite essencial para compreender a dramaturgia luso-brasileira sob o rigor da crítica machadiana.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Se eu pudesse trincar a terra toda

Por Fernando Pessoa (1914)

Este poema integra a obra “O Guardador de Rebanhos”, escrita em 1914 e publicada em 1925, por Alberto Caeiro, um dos heterônimos de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Como quem num dia de verão abre a porta de casa

Por Fernando Pessoa (1914)

Este poema integra a obra “O Guardador de Rebanhos”, escrita em 1914 e publicada em 1925, por Alberto Caeiro, um dos heterônimos de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

O meu olhar azul como o céu

Por Fernando Pessoa (1914)

Este poema integra a obra “O Guardador de Rebanhos”, escrita em 1914 e publicada em 1925, por Alberto Caeiro, um dos heterônimos de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

O que nós vemos das cousas são as cousas...

Por Fernando Pessoa (1914)

Este poema integra a obra “O Guardador de Rebanhos”, escrita em 1914 e publicada em 1925, por Alberto Caeiro, um dos heterônimos de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

As bolas de sabão que esta criança

Por Fernando Pessoa (1914)

Este poema integra a obra “O Guardador de Rebanhos”, escrita em 1914 e publicada em 1925, por Alberto Caeiro, um dos heterônimos de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Às vezes, em dias de luz perfeita e exata

Por Fernando Pessoa (1914)

Este poema integra a obra “O Guardador de Rebanhos”, escrita em 1914 e publicada em 1925, por Alberto Caeiro, um dos heterônimos de Fernando Pessoa.

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