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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

O amor é uma companhia.

Por Fernando Pessoa (1930)

Este poema integra a obra “O Pastor Amoroso”, escrita entre 1914 e 1930. Embora alguns poemas avulsos tenham aparecido em revistas literárias, a reunião definitiva só foi publicada em livro em 1946.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Passei toda a noite, sem saber dormir, vendo sem nada a figura dela

Por Fernando Pessoa (1930)

Este poema integra a obra “O Pastor Amoroso”, escrita entre 1914 e 1930. Embora alguns poemas avulsos tenham aparecido em revistas literárias, a reunião definitiva só foi publicada em livro em 1946.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

O pastor amoroso perdeu o cajado

Por Fernando Pessoa (1930)

Este poema integra a obra “O Pastor Amoroso”, escrita entre 1914 e 1930. Embora alguns poemas avulsos tenham aparecido em revistas literárias, a reunião definitiva só foi publicada em livro em 1946.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Agora que sinto amor

Por Fernando Pessoa (1930)

Este poema integra a obra “O Pastor Amoroso”, escrita entre 1914 e 1930. Embora alguns poemas avulsos tenham aparecido em revistas literárias, a reunião definitiva só foi publicada em livro em 1946.

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#Contos#Literatura Brasileira

Viagem à roda de mim mesmo

Por Machado de Assis (1885)

Neste primoroso conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente no jornal Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro, 4 de outubro de 1885), o autor explora as profundezas da hesitação, da culpa e do autoengano. Por meio do relato de Plácido, dividido entre o dever moral de cuidar de um amigo enfermo e o desejo febril de conquistar a viúva Henriqueta, o bruxo do Cosme Velho tece uma irônica e sofisticada análise sobre a duplicação psicológica do ser. Um convite irrecusável à leitura!

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#Contos#Literatura Brasileira

Vidros quebrados

Por Machado de Assis (1883)

Neste divertido e irônico conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente na Gazeta Literária do Rio de Janeiro em 15 de outubro de 1883, o autor explora a imprevisibilidade dos relacionamentos e ironiza a ideia de que os casamentos são "talhados no céu". Através do relato tragicômico de Venâncio sobre um amor frustrado e um noivado desfeito de forma inusitada, Machado tece uma saborosa sátira aos caprichos do coração e às convenções sociais. Um convite irresistível à leitura!

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#Contos#Literatura Brasileira

Virginius

Por Machado de Assis (1864)

Esta é uma das primeiras narrativas de Machado de Assis, publicada sob o título de "Virginius: narrativa de um advogado". O conto explora a tragédia de Julião, um lavrador que, diante da desonra iminente de sua filha Elisa pelas mãos do filho de seu protetor, decide pelo sacrifício da jovem. Machado tece um drama sobre abuso de poder, relações de classe e a ética trágica, remetendo ao mito romano de Virginius, sob a lente crítica do Brasil oitocentista.

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#Contos#Literatura Brasileira

Viver

Por Machado de Assis (1886)

Este texto dramático em prosa de Machado de Assis (1839–1908) coloca frente a frente duas figuras mitológicas imortais no fim dos tempos: Ahasverus, o Judeu Errante, e o titã Prometeu. Diante de uma Terra deserta e prestes a testemunhar a extinção humana, os personagens debatem sobre o tédio da existência, as dores do mundo e a esperança utópica em uma nova era. Trata-se de uma densa reflexão filosófica e existencialista sobre o apego do homem à vida e a persistência do sonho mesmo diante do abismo inevitável.

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#Contos#Literatura Brasileira

Vênus! Divina Vênus!

Por Machado de Assis (1893)

Neste divertido e irônico conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente no Almanaque da Gazeta de Notícias para 1893, o autor satiriza a idealização romântica e a figura do poeta medíocre. A narrativa acompanha Ricardo, jovem que vive sob o fascínio da Vênus de Milo e compõe versos inflamados a musas inalcançáveis, até que a realidade prática o força a rimas mais domésticas. Um convite irônico ao pragmatismo que desmonta as fantasias sentimentais da juventude.

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