Por Machado de Assis (1876)
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, publicou Helena originalmente em folhetins no jornal O Globo, no Rio de Janeiro, em 1876. O romance aborda temas como filiação, herança, moral burguesa e conflitos entre sentimento e convenção social, revelando a transição do autor do romantismo para uma visão crítica e psicológica da sociedade do Segundo Reinado.
Leia maisPor José de Alencar (1864)
Diva é um romance urbano de José de Alencar que narra a história de Emília, uma jovem bela, rica e de temperamento orgulhoso, que desafia os padrões sociais e sentimentais do seu tempo. A obra acompanha o relacionamento entre Emília e Augusto, marcado por conflitos, jogos emocionais e reflexão sobre amor, vaidade e posição social, retratando costumes da sociedade brasileira do século XIX.
Leia maisPor Machado de Assis (1994)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, constrói em Habilidoso um retrato irônico do falso talento artístico e da vaidade alimentada pelo elogio fácil. O conto acompanha João Maria, pintor autodidata incapaz de reconhecer seus limites, expondo com fina crítica a ilusão do gênio, a recusa da técnica e o contraste entre ambição estética e miséria cotidiana.
Leia maisPor Machado de Assis (1873)
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, apresenta em Goivos e camélias uma sátira mordaz sobre a vaidade literária e as ilusões do gênio romântico. A narrativa acompanha Luís Tinoco, poeta medíocre e ambicioso, expondo com ironia o contraste entre aspirações artísticas, reconhecimento público e realidade social, em crítica aguda ao culto da celebridade e ao arrivismo intelectual.
Leia maisPor Machado de Assis (1884)
Machado de Assis (1839–1908) é um dos maiores escritores da literatura brasileira. Em Galeria póstuma, conto publicado em Volume de contos (1884), o autor explora, com fina ironia, a distância entre a imagem pública e o juízo íntimo. A descoberta de um diário após a morte do protagonista revela retratos mordazes de amigos e familiares, expondo hipocrisias, vaidades e ambiguidades morais.
Leia maisPor Machado de Assis (1884)
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, constrói em “Fulano” uma narrativa irônica sobre vaidade, reputação pública e moralidade social. O conto acompanha a transformação de um homem comum em figura pública movida pelo elogio e pela visibilidade, revelando a crítica machadiana às aparências, à filantropia exibicionista e ao desejo de reconhecimento.
Leia maisPor José de Alencar (1856)
Cinco Minutos é uma narrativa romântica que conta como um pequeno atraso muda completamente o destino do narrador. A partir de um encontro inesperado em um ônibus, a história acompanha o nascimento de um amor intenso, marcado por desencontros, viagens e reflexões emocionais. O texto combina sensibilidade, lirismo e introspecção, mostrando como acontecimentos simples podem transformar uma vida inteira.
Leia maisPor José de Alencar (1873)
Como e por que sou romancista é um texto autobiográfico em que José de Alencar reflete sobre sua trajetória intelectual e os motivos que o levaram à literatura. Nele, o autor relata suas primeiras leituras, influências e experiências pessoais, explicando como se formou como escritor. A obra revela o pensamento de Alencar sobre a criação literária e o papel do romance na cultura brasileira.
Leia maisPor José de Alencar (1874)
Ao Correr da Pena reúne textos breves em que José de Alencar comenta o cotidiano do século XIX com olhar atento e tom leve. A obra mistura crônica, reflexão e crítica social, abordando costumes, comportamentos e cenas da vida urbana. Escritos de forma espontânea, os textos revelam o estilo elegante do autor e sua habilidade em transformar observações simples em retratos vivos da sociedade de seu tempo.
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