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#Contos#Literatura Brasileira

Longe dos olhos

Por Machado de Assis (1876)

Machado de Assis (1839–1908) é um dos maiores nomes da literatura brasileira. No conto “Longe dos olhos...”, publicado originalmente no Jornal das Famílias, em 1876, o autor explora os conflitos entre amor, convenções sociais e interesses familiares. Com ironia sutil e análise psicológica fina, o texto revela como sentimentos reprimidos e escolhas impostas podem conduzir a desfechos inesperados, convidando o leitor à reflexão sobre desejo e moral social.

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#Comédias#Literatura Brasileira

O Demônio Familiar

Por José de Alencar (1857)

O Demônio Familiar é uma comédia teatral de José de Alencar que retrata o cotidiano de uma família burguesa do século XIX. A trama gira em torno de um criado astuto, cujas intrigas e mal-entendidos movimentam a casa e expõem vícios, convenções sociais e relações de poder. Com tom leve e satírico, a obra critica costumes da época ao mesmo tempo em que diverte o público.

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#Romances#Literatura Brasileira

Garatuja

Por José de Alencar (1873)

Garatuja é um romance de José de Alencar que combina humor, crítica social e costumes do Brasil do século XIX. A narrativa acompanha personagens simples e situações do cotidiano, revelando contrastes entre ingenuidade, ambição e convenções sociais. Com tom leve e irônico, a obra retrata a vida urbana e interiorana, explorando comportamentos humanos e oferecendo um olhar crítico sobre a sociedade da época.

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#Romances#Literatura Brasileira

O Gaúcho

Por José de Alencar (1870)

O Gaúcho é um romance regionalista de José de Alencar ambientado no sul do Brasil. A obra acompanha a vida nos pampas, destacando costumes, conflitos e valores do homem gaúcho, especialmente a honra, a coragem e a relação com a terra. Por meio de personagens marcantes, o texto constrói um retrato idealizado da região e contribui para a valorização das identidades regionais brasileiras.

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#Romances#Literatura Brasileira

O Guarani

Por José de Alencar (1857)

Ambientado no Brasil colonial, o texto narra a história de Peri, um indígena corajoso e leal, e sua profunda devoção a Cecília, jovem de origem portuguesa. A narrativa combina aventura, natureza exuberante e conflitos entre culturas, construindo uma visão idealizada do indígena e da formação do país. Com cenas intensas e tom épico, a obra destaca valores como honra, bravura e sacrifício.

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#Contos#Literatura Brasileira

Identidade

Por Machado de Assis (1994)

Machado de Assis (1839–1908), principal escritor do Realismo brasileiro, aborda em Identidade temas como poder, ilusão da liberdade, aparência social e conhecimento do caráter humano. Em tom alegórico e irônico, o conto narra a troca de papéis entre um faraó e seu duplo, revelando os limites da experiência e da identidade pessoal. O texto integra a produção madura do autor, marcada por reflexão filosófica e crítica moral.

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#Contos#Literatura Brasileira

Ideais do canário

Por Machado de Assis (1895)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em Ideias do Canário a relatividade do conhecimento e a crítica às certezas humanas. Com humor filosófico e ironia, o conto apresenta um canário cujas definições de “mundo” mudam conforme sua experiência, questionando ciência, linguagem e autoridade intelectual. O texto evidencia a maturidade estilística e reflexiva do autor.

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#Contos#Literatura Brasileira

Jogo do Bicho

Por João Fernandes (1994)

Machado de Assis (1839–1908) é um dos maiores nomes da literatura brasileira. No conto Jogo do Bicho, o autor aborda criticamente o fascínio popular pelo jogo e a ilusão da sorte fácil, expondo seus efeitos morais, sociais e familiares. Com ironia e observação psicológica, o texto revela a progressiva alienação do indivíduo diante da esperança do ganho imediato.

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#Contos#Literatura Brasileira

João Fernandes

Por Machado de Assis (1894)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome da literatura brasileira, retrata em João Fernandes a exclusão social, a pobreza urbana e a solidão do homem sem trabalho na cidade do Rio de Janeiro. O conto acompanha a errância noturna de um jovem desempregado, revelando, com ironia e sensibilidade psicológica, a dureza da vida urbana e a indiferença social. Publicado originalmente em 1894, no periódico A Estação.

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