Por Martins Pena (1845)
As Casadas Solteiras é uma peça teatral cômica que satiriza costumes e relações sociais do século XIX. A trama gira em torno de casamentos por interesse, enganos e convenções sociais, revelando a hipocrisia presente nas relações familiares da época. Com humor ágil e situações exageradas, o texto critica normas morais e expõe conflitos entre aparência social e realidade, buscando divertir e provocar reflexão no público.
Leia maisPor Martins Pena (1844)
A história acompanha uma sátira bem-humorada ambientada durante a tradicional celebração do Sábado de Aleluia, quando o boneco de Judas é exposto ao ridículo. A trama usa situações cômicas e personagens caricatos para criticar costumes sociais, esperteza e relações de interesse. Com linguagem simples e dinâmica, o texto provoca riso ao mesmo tempo em que revela aspectos do cotidiano popular brasileiro do século XIX.
Leia maisPor Martins Pena (1838)
Ambientado no meio rural brasileiro do século XIX, o texto retrata com humor e ironia o cotidiano de uma comunidade do interior. A trama gira em torno de um juiz de paz despreparado, cujas decisões revelam abusos de poder, confusões e costumes da época. Por meio de situações cômicas, a obra critica práticas sociais e políticas, oferecendo um retrato satírico da vida na roça e da justiça local.
Leia maisPor Martins Pena (1845)
O Namorador ou a Noite de São João apresenta, de forma cômica, situações típicas do cotidiano urbano do século XIX. A trama gira em torno de mal-entendidos amorosos, festas populares e personagens caricatos, revelando costumes e relações sociais da época. Com humor leve e crítica aos hábitos da sociedade, o texto transforma a celebração de São João em cenário para confusões e ironias.
Leia maisPor Martins Pena (1845)
O Noviço apresenta uma comédia centrada em intrigas familiares e interesses financeiros. A trama gira em torno de um jovem pressionado a seguir a vida religiosa para que parentes se beneficiem de sua herança. Com situações cômicas e diálogos ágeis, o texto satiriza a hipocrisia, o oportunismo e os costumes da sociedade brasileira do século XIX, usando o humor como crítica social.
Leia maisPor Machado de Assis (1906)
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, é autor da comédia Lição de botânica, peça em ato único. Publicada originalmente no Rio de Janeiro, em 1906, a obra satiriza o cientificismo excessivo e os conflitos entre razão, afeto e convenções sociais. Com humor refinado e diálogos irônicos, o texto discute o embate entre amor e ciência, convidando o leitor a refletir sobre os limites do saber racional.
Leia maisPor Machado de Assis (1994)
“Letra vencida” é um conto de Machado de Assis (1839–1908) que aborda a persistência do amor diante do tempo, da distância e das convenções familiares. Com fina ironia e olhar psicológico, o autor acompanha a longa fidelidade de dois amantes separados por circunstâncias sociais, refletindo sobre memória, promessa e desgaste dos sentimentos. O texto integra a fase madura da prosa machadiana, marcada pela análise moral e pela ambiguidade afetiva.
Leia maisPor Machado de Assis (1994)
“Maria Cora”, de Machado de Assis (1839–1908), é um conto que investiga os limites entre amor, honra e obsessão. Narrado em tom confessional, acompanha a paixão extrema de um homem por uma mulher casada e as consequências morais de suas escolhas, tendo como pano de fundo a guerra civil no Sul do Brasil. Com ironia e análise psicológica, o texto problematiza o romantismo levado às últimas consequências.
Leia maisPor Machado de Assis (1994)
“Mariana”, de Machado de Assis (1839–1908), é um conto que explora a memória amorosa, o ciúme e o conflito entre paixão idealizada e realidade. Ambientado no Rio de Janeiro do final do século XIX, o texto acompanha o reencontro de antigos amantes após longa separação, revelando, com refinada análise psicológica, a ação do tempo sobre os afetos e as ilusões românticas. Integra a fase madura da prosa machadiana.
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