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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Sinhá

Por Machado de Assis (1864)

Machado de Assis escreveu “Sinhá” um poema curto e musical que exalta o nome da amada. O eu lírico compara a doçura e a beleza de "Sinhá" a elementos da natureza, como flores, pássaros e o orvalho, elevando a mulher a um patamar sagrado. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Dizes-me: tu és mais alguma cousa

Por Fernando Pessoa (1922)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Se eu morrer novo

Por Fernando Pessoa (1915)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Quando tornar a vir a primavera

Por Fernando Pessoa (1915)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Quando vier a primavera

Por Fernando Pessoa (1915)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

A espantosa realidade das coisas

Por Fernando Pessoa (1915)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia

Por Fernando Pessoa (1915)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Nunca sei como é que se pode achar um poente triste

Por Fernando Pessoa (1915)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol

Por Fernando Pessoa (1915)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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