Por Machado de Assis (1879)
Este conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente no periódico A Estação em 1879, narra a trajetória de Julião e Henriqueta, dois irmãos que, após a morte do pai, vivem sob a premissa de "viver um para o outro". A harmonia desse vínculo é sutilmente tensionada pela entrada de novos personagens, como o Dr. Pimentel e a vivaz Fernandinha. Com sua fina ironia e análise psicológica, Machado disseca a complexidade dos laços afetivos e as ilusões do coração. Um convite irrecusável à leitura!
Leia maisPor Machado de Assis (1883)
Machado de Assis (1839–1908), o "Bruxo do Cosme Velho", explora neste conto a subjetividade nas relações afetivas. Através da história de duas irmãs, Luísa e Marcelina, casadas no mesmo dia, o autor analisa como a percepção individual transforma a realidade conjugal. Enquanto uma se declara plenamente feliz, a outra padece em angústia, revelando o abismo entre o caráter dos maridos e a expectativa subjetiva de cada esposa. Uma reflexão irônica e profunda sobre o autoengano e o amor.
Leia maisPor Machado de Assis (1883)
Neste divertido e irônico conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente na Gazeta Literária do Rio de Janeiro em 15 de outubro de 1883, o autor explora a imprevisibilidade dos relacionamentos e ironiza a ideia de que os casamentos são "talhados no céu". Através do relato tragicômico de Venâncio sobre um amor frustrado e um noivado desfeito de forma inusitada, Machado tece uma saborosa sátira aos caprichos do coração e às convenções sociais. Um convite irresistível à leitura!
Leia maisPor Machado de Assis (1884)
Machado de Assis (1839–1908), o "Bruxo do Cosme Velho", retrata neste conto a inconstância e o otimismo inconsequente da juventude. Ao narrar as desventuras de Gonçalves, um estudante que troca sua fúria contra um credor pelas distrações boêmias com os amigos, o autor ironiza a volubilidade dos vinte anos. Com fina ironia e agudeza psicológica, a obra reflete sobre a capacidade humana de adiar problemas e ceder ao prazer imediato. Um convite irrecusável para rir das nossas próprias imperfeições.
Leia maisPor Machado de Assis (1864)
Machado de Assis invoca a poesia como refúgio diante da transitoriedade da vida e do inevitável declínio das ilusões juvenis. O poema “Musa Consolatrix” estabelece o tom romântico da obra, vendo na arte um bálsamo para as angústias humanas. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.
Leia maisPor Machado de Assis (1864)
Machado de Assis escreveu o poema “Visio”, em que o eu lírico narra a decepção amorosa ao confrontar o ideal sonhado com a realidade fria e indiferente da amada. É uma reflexão sobre como o tempo e o despertar da ilusão transformam o objeto de desejo em uma lembrança vazia. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.
Leia maisPor Machado de Assis (1864)
O poema “Quinze anos” de Machado de Assis retrata a perda prematura da inocência de uma jovem, criticando a sedução social que a corrompe antes do tempo. Machado explora o tema da desilusão e a transição dolorosa entre a pureza infantil e as agruras da vida. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.
Leia maisPor Machado de Assis (1864)
O poema “Stella” de Machado de Assis faz uma ode à musa matinal, onde o eu lírico aguarda o regresso de uma presença divina que ilumina sua solidão. O poema utiliza a transição da noite para o dia como metáfora para a esperança e o amor que falta ao poeta. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.
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Em “Epitáfio do México" Machado de Assis condena a intervenção estrangeira e a opressão contra o povo mexicano. O autor manifesta sua sensibilidade política, clamando por justiça e prevendo que a liberdade é um ideal que ressurgirá, apesar das derrotas momentâneas. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.
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