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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Eu queria ter o tempo e o sossego suficientes

Por Fernando Pessoa (1917)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

A manhã raia. Não: a manhã não raia

Por Fernando Pessoa (1917)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

No dia brancamente nublado entristeço quasi a medo

Por Fernando Pessoa (1917)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Crônicas#Literatura Brasileira

Goivos e Camélias

Por Machado de Assis (1869)

Esta é uma crônica de Machado de Assis publicada originalmente em 1869, sob o pseudônimo de "Luís Tinoco", no Jornal das Famílias. O texto satiriza com ironia refinada o diletantismo e a vaidade de jovens aspirantes a escritores e políticos. Através da trajetória do medíocre Luís Tinoco, Machado constrói uma crítica ácida ao deslumbramento e à falta de substância daqueles que, movidos pela autocomplacência, buscam na literatura e na política uma glória que o talento não sustenta.

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#Contos#Literatura Brasileira

Terpsícore

Por Machado de Assis (1886)

Este conto de Machado de Assis, publicado originalmente na Gazeta de Notícias em 1886, explora com ironia e sensibilidade os sonhos e as contradições da vida urbana no Rio de Janeiro. A narrativa acompanha o casal Porfírio e Glória, cuja rotina de dificuldades financeiras é subitamente alterada por um prêmio de loteria. Machado disseca a psicologia do pequeno burguês, o desejo de ascensão social e o efêmero prazer do consumo como válvula de escape para uma existência marcada pelo trabalho.

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#Contos#Literatura Brasileira

Rui de Leão

Por Machado de Assis (1872)

Este conto de Machado de Assis (1839–1908) narra a trajetória de um fidalgo português que, no Brasil do século XVII, torna-se imortal após receber uma poção indígena. A obra é um precursor da ficção científica brasileira, utilizando o fantástico para refletir sobre a condição humana, o tempo e a melancolia da existência eterna. Machado mais tarde retomaria o tema no conto "O Imortal" (1882), oferecendo uma nova perspectiva sobre a mesma história.

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#Contos#Literatura Brasileira

Tempo de crise

Por Machado de Assis (1873)

Este conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente em abril de 1873 no Jornal das Famílias, oferece um retrato irônico e perspicaz da vida política carioca no século XIX. Através do olhar de um provinciano, a narrativa transforma a Rua do Ouvidor — o coração intelectual e social do Rio — em um palco onde boatos, ambições e o diletantismo dos frequentadores se misturam na formação de um novo ministério, satirizando a volubilidade e o teatro da política brasileira da época.

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#Contos#Literatura Brasileira

História de uma fita azul

Por Machado de Assis (1876)

Este conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente entre dezembro de 1875 e fevereiro de 1876 no Jornal das Famílias, narra as peripécias de Gustavo, um jovem bacharel que, ao perder um singelo mimo — uma fita azul bordada por sua noiva Marianinha —, desencadeia uma busca frenética e cômica que beira o absurdo. Com fina ironia, Machado disseca a vaidade masculina, os jogos de sedução do Segundo Reinado e a importância desproporcional atribuída a detalhes triviais em relacionamentos.

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#Contos#Literatura Brasileira

Sem olhos

Por Machado de Assis (1876)

Este conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado no Jornal das Famílias em 1876, é uma narrativa sombria que explora a loucura, a culpa e a vingança. O enredo, estruturado em uma moldura de tertúlia social, mergulha no relato perturbador de Damasceno Rodrigues, um homem assombrado por um passado traumático no interior da Bahia. Machado exercita seu domínio da ambiguidade psicológica, desafiando o leitor a distinguir entre a alucinação e a realidade terrível. Um convite irrecusável à angústia machadiana.

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