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#Romances#Literatura Brasileira

Numa e a Ninfa

Por Lima Barreto (1911)

O conto “Numa e a Ninfa” foi publicado em 3 de junho de 1911 pela Gazeta da Tarde do Rio de Janeiro. “As aventuras do Dr. Bogoloff”, publicação semanal, começaram a aparecer em fins de 1912. Lima Barreto desenvolveu posteriormente a novela, com o mesmo título (Numa e a Ninfa), que foi publicada em folhetins diários, pelo jornal carioca A Noite, de 15 de março a 26 de julho de 1915. O autor aproveitou, na confecção da novela, trechos das duas publicações anteriores, o que explica diversas repetições e algumas alterações de nomes de personagens.

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#Contos#Literatura Brasileira

O Caçador Doméstico

Por Lima Barreto (1921)

Em O Caçador Doméstico, Lima Barreto utiliza o humor e a ironia para retratar hábitos cotidianos e pequenas obsessões da vida urbana. A narrativa observa comportamentos comuns dentro do ambiente familiar, transformando situações simples em crítica aos costumes e às vaidades sociais. Com estilo leve e perspicaz, o autor revela contradições humanas presentes no dia a dia.

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#Contos#Literatura Brasileira

O Falso Dom Henrique V

Por Lima Barreto (1921)

Em O Falso Dom Henrique V, Lima Barreto usa a sátira para explorar ambições, aparências e ilusões de grandeza. A narrativa acompanha situações marcadas pelo engano e pela busca de prestígio, revelando como títulos e falsas imagens podem seduzir a sociedade. Com humor crítico, o autor questiona valores superficiais e expõe contradições humanas e sociais de seu tempo.

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#Contos#Literatura Brasileira

O Filho de Gabriela

Por Lima Barreto (1915)

Em O Filho de Gabriela, Lima Barreto aborda dramas familiares e tensões sociais a partir da trajetória de personagens marcados pela pobreza e pelo preconceito. Com olhar atento às injustiças do cotidiano, o autor revela como origem social e relações de poder influenciam destinos individuais. A narrativa combina emoção e crítica, convidando o leitor à reflexão sobre a sociedade brasileira.

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#Contos#Literatura Brasileira

Assombramento

Por Afonso Arinos (1898)

Em “Assombramento”, Afonso Arinos mergulha no universo das crenças populares e do imaginário sertanejo para narrar uma história marcada pelo medo e pelo mistério. O conto mostra como lendas, superstições e relatos sobrenaturais influenciam a vida das pessoas, criando tensão entre razão e fantasia. Com linguagem envolvente, o autor retrata costumes e valores do interior brasileiro.

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#Contos#Literatura Brasileira

A Nova Califórnia

Por Lima Barreto (1910)

“A Nova Califórnia”, de Lima Barreto, constrói uma sátira envolvente sobre a ganância humana e a busca desenfreada por riqueza fácil. A narrativa acompanha a agitação de uma pequena cidade após a promessa de descoberta de ouro, revelando ambição, egoísmo e comportamentos absurdos. Com humor e crítica social, o autor expõe fragilidades morais da sociedade brasileira.

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#Contos#Literatura Brasileira

A Mulher do Anacleto

Por Lima Barreto (1923)

“A Mulher do Anacleto”, de Lima Barreto, apresenta uma narrativa marcada pela observação crítica dos costumes sociais e das relações humanas. O texto acompanha situações do cotidiano que revelam ciúmes, aparências e desigualdades, expondo comportamentos muitas vezes contraditórios. Com ironia e sensibilidade, o autor retrata a sociedade brasileira de seu tempo.

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#Contos#Literatura Brasileira

Carta de um Defunto Rico

Por Lima Barreto (1921)

“Carta de um defunto rico”, de Lima Barreto, utiliza humor e ironia para imaginar a voz de um morto que reflete sobre riqueza, poder e valores sociais. Em tom satírico, o texto critica a ambição, a hipocrisia e os privilégios das elites, revelando contradições da sociedade brasileira. A narrativa mostra a habilidade do autor em unir sarcasmo e reflexão.

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#Comédias#Literatura Brasileira

Os deuses de casaca

Por Machado de Assis (1866)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores autores da literatura brasileira, escreveu a comédia Os deuses de casaca, encenada em 28 de dezembro de 1865 e datada de 1º de janeiro de 1866, no Rio de Janeiro. A peça satiriza, com humor e ironia, a decadência dos deuses do Olimpo ao confrontá-los com a modernidade, explorando temas como vaidade, poder e transformação social.

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