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#Sátiras#Literatura Brasileira

Um amigo deste religioso pediu ao poeta suas aprovações sobre a mesma predica, a peditório do mesmo pregador neste

Por Gregório de Matos (1694)

Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto a pedido de um amigo de frei Tomás da Apresentação para elogiar um de seus sermões. Desenvolvido em glosa sobre um mote, o texto sustenta que apenas o próprio pregador seria capaz de avaliar plenamente sua eloquência. Com referências à retórica, à filosofia e à pintura, o autor justifica sua dificuldade em louvar uma pregação considerada superior aos elogios que poderia fazer.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

O mesmo amigo pediu ao poeta em outra ocasião lhe glosasse este mote, cuja matéria foi haver triunfado o dito Fr. Tomas de certa oposição capitular

Por Gregório de Matos (1694)

Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto para celebrar a vitória de frei Tomás da Apresentação em uma oposição capitular, disputa interna por cargo ou dignidade na ordem religiosa. Em glosa de um mote, o autor compara o frade ao Sol e seus adversários às nuvens que tentam obscurecê-lo, exaltando o triunfo do religioso e apresentando o fracasso da oposição como consequência inevitável de sua pretensão.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Sim: existo dentro do meu corpo

Por Fernando Pessoa (1919)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Vive, dizes, no presente

Por Fernando Pessoa (1920)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Hoje de manhã saí muito cedo

Por Fernando Pessoa (1930)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Primeiro prenúncio da trovoada de depois de amanhã

Por Fernando Pessoa (1930)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Também sei fazer conjeturas... - Penúltimo Poema

Por Fernando Pessoa (1922)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

Ponham na minha sepultura

Por Fernando Pessoa (1923)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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#Poemas em verso#Literatura Portuguesa

É talvez o último dia da minha vida - Last Poem

Por Fernando Pessoa (1935)

Este texto faz parte dos "Poemas Inconjuntos" (escritos entre 1913 e 1930), conjunto que reúne a produção dispersa de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

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