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#Literatura Brasileira

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Poemas em verso

O Devanear do Céptico

Yacob - 24/02/2026

Em “O Devanear do Céptico”, de Bernardo Guimarães, o eu lírico mergulha em reflexões marcadas pela dúvida e pelo conflito entre fé e razão. O poema apresenta os questionamentos de um espírito inquieto, que oscila entre a descrença e o desejo de encontrar sentido para a existência. Com tom introspectivo e filosófico, a obra expressa angústias e incertezas próprias da condição humana.

Poemas em verso

Inspirações da tarde

Yacob - 24/02/2026

“Inspirações da tarde”, de Bernardo Guimarães, é um texto de caráter lírico que retrata a contemplação da natureza no entardecer. A obra valoriza as emoções, a sensibilidade e a reflexão interior do eu poético diante da paisagem, transformando a tarde em símbolo de serenidade, saudade e inspiração. Com linguagem delicada, o autor aproxima sentimento e cenário natural.

Sátiras

O Elixir do Pajé

Yacob - 24/02/2026

Publicado em 1875, O elixir do pajé, de Bernardo Guimarães, é um poema satírico que critica costumes, hipocrisias e falsas virtudes da sociedade do século XIX. Com humor e ironia, a obra narra a história de um suposto elixir milagroso criado por um pajé, usando a fantasia para expor exageros morais e comportamentos ridículos, em tom irreverente e provocador.

Congressos

V Congresso Internacional de Literatura Brasileira (COLIBRA 2026)

Pedro Simões - 23/02/2026

O V Congresso Internacional de Literatura Brasileira (COLIBRA 2026) terá como foco a obra de João Guimarães Rosa e será realizado na Universidade de Salamanca, reunindo pesquisadores, escritores e artistas. O encontro propõe uma abordagem interdisciplinar da poética rosiana, explorando suas relações com a linguagem, a imaginação e o mundo, em três eixos temáticos: linguagem e invenção, travessia e exílio, e paisagens e viagens.

Elegias

Canto da Solidão

Yacob - 23/02/2026

O poema “Canto da solidão”, de Bernardo Guimarães, expressa os sentimentos íntimos de um eu lírico marcado pelo isolamento e pela melancolia. Inserida no contexto do Romantismo, a obra revela reflexões sobre a dor, a saudade e o afastamento do convívio humano, valorizando a natureza como espaço de refúgio e contemplação. O texto destaca a intensidade emocional e o tom introspectivo característicos do período.

Sátiras

A Origem do Mênstruo

Yacob - 22/02/2026

O poema “A origem do mênstruo”, de Bernardo Guimarães, revela uma faceta menos convencional do autor ao abordar, com ironia e tom satírico, um tema cercado de tabus. Inserido no contexto do ultrarromantismo, o texto combina humor provocativo, exagero e elementos do imaginário fantástico para construir uma explicação fictícia e irreverente sobre a origem do fenômeno biológico. Ao mesclar crítica social, ousadia temática e linguagem marcada por imagens fortes, a obra provoca estranhamento e curiosidade no leitor, evidenciando a liberdade criativa do autor e seu gosto por explorar temas incomuns dentro da poesia brasileira do século XIX.

Romances

A Escrava Isaura

Yacob - 21/02/2026

O romance “A escrava Isaura”, de Bernardo Guimarães, é uma das obras mais conhecidas do romantismo brasileiro e aborda, de forma sensível e crítica, a realidade da escravidão no século XIX. A narrativa acompanha Isaura, uma jovem escravizada de grande beleza e educação refinada, que sofre perseguições e abusos por parte de seu senhor após recusar seus avanços. Ao longo da história, a protagonista enfrenta injustiças, fugas e perigos, enquanto luta por liberdade e dignidade. Misturando romance, drama e denúncia social, o livro conquistou leitores ao expor as contradições morais da sociedade escravocrata e defender ideais de humanidade e justiça.

Baladas

A Orgia dos Duendes

Yacob - 21/02/2026

O poema narrativo “A orgia dos duendes”, de Bernardo Guimarães, mergulha no universo fantástico e sombrio ao retratar uma reunião macabra de criaturas sobrenaturais em meio à noite. Com forte influência do ultrarromantismo, o texto apresenta duendes e figuras grotescas que celebram uma espécie de ritual irreverente e caótico, misturando humor ácido, crítica social e elementos de terror. A atmosfera é marcada por exageros, imagens vívidas e tom satírico, criando uma narrativa que oscila entre o grotesco e o fantástico. Ao explorar o imaginário popular e o gosto pelo insólito, a obra revela uma faceta ousada do autor, capaz de provocar estranhamento e fascínio no leitor.

Contos

Missa do Galo

Caroline Alves - 20/02/2026

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “Missa do Galo” originalmente na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, em 1893. O conto narra o encontro noturno entre um jovem e uma mulher casada, na véspera de Natal, explorando desejo velado, ambiguidade e memória, em uma das mais sutis análises psicológicas do autor.

Contos

Muitos anos depois

Caroline Alves - 20/02/2026

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “Muitos anos depois” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1874. O conto explora vocação, amor frustrado, honra e segredo familiar, conduzindo a um desfecho trágico que revela as consequências morais de escolhas e equívocos.

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