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#Literatura Brasileira

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Contos

Vênus! Divina Vênus!

Caroline Alves - 20/07/2026

Neste divertido e irônico conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente no Almanaque da Gazeta de Notícias para 1893, o autor satiriza a idealização romântica e a figura do poeta medíocre. A narrativa acompanha Ricardo, jovem que vive sob o fascínio da Vênus de Milo e compõe versos inflamados a musas inalcançáveis, até que a realidade prática o força a rimas mais domésticas. Um convite irônico ao pragmatismo que desmonta as fantasias sentimentais da juventude.

Contos

Último capítulo

Caroline Alves - 20/07/2026

Neste irônico e melancólico conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente na Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro, 20 de junho de 1883), o narrador Matias Deodato expõe sua biografia marcada pelo "caiporismo" — um azar incurável em amores e negócios. À beira do suicídio, ele dita seu testamento e nos guia por suas desventuras existenciais. Trata-se de uma genial e cética reflexão sobre o vazio da existência humana e a futilidade de nossas ilusões.

Contos

Ideias do canário

Caroline Alves - 20/07/2026

Publicado originalmente sob o título "Que é o mundo?" no periódico Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro, 15 de novembro de 1895), este genial conto de Machado de Assis (1839–1908) é uma sátira filosófica e alegórica indispensável. A narrativa acompanha Macedo, um ornitólogo que se depara com um canário falante capaz de redefinir o conceito de "mundo" a cada mudança de cenário. Com fino humor, o Bruxo do Cosme Velho tece uma brilhante reflexão sobre o perspectivismo e as ilusões do saber.

Poemas em verso

A Carolina

Caroline Alves - 20/07/2026

Machado de Assis (1839–1908) compôs este soneto pungente em memória de sua esposa, Carolina, falecida em 1904. Em "A Carolina", o "Bruxo do Cosme Velho" despede-se de sua companheira de longa data com uma honestidade brutal e sensível, transpondo o luto para uma poesia que celebra a vida a dois. É um dos testemunhos mais íntimos da literatura brasileira, revelando a faceta humana de um gigante das letras em um momento de profunda dor e saudade. Um convite irrecusável à emoção.

Crônicas

Um livro

Caroline Alves - 20/07/2026

Publicada originalmente na Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro, em 11 de junho de 1899, esta primorosa crônica crítica de Machado de Assis (1839–1908) analisa a obra Cenas da Vida Amazônica, de José Veríssimo. Com sua sensibilidade aguçada, o bruxo do Cosme Velho exalta a força da paisagem nortista e o contraste dramático entre a natureza monumental e as figuras simples do meio rude. Um convite fascinante a descobrir a Amazônia pelo olhar cruzado de dois gigantes da nossa literatura.

Ensaios

Antônio José

Caroline Alves - 20/07/2026

Neste ensaio crítico publicado originalmente na Revista Brasileira (15 de julho de 1879), Machado de Assis debruça-se sobre a obra e a trágica trajetória de Antônio José da Silva, o "Judeu". Com a agudeza característica, o autor analisa a influência de Molière sobre o dramaturgo português, defende sua originalidade em meio ao gênero da farsa e reflete sobre o "destino decapitado" de um talento cuja vida foi precocemente interrompida pela Inquisição. Um convite essencial para compreender a dramaturgia luso-brasileira sob o rigor da crítica machadiana.

Discursos

A estátua de José de Alencar

Caroline Alves - 20/07/2026

Machado de Assis (1839–1908) presta aqui uma comovente e erudita homenagem a seu colega e amigo José de Alencar. Proferido originalmente em 1897, por ocasião do lançamento da pedra fundamental do monumento ao autor de Iracema, este discurso é um ensaio sobre a imortalidade da literatura e a alma brasileira. Com a elegância habitual, o Bruxo do Cosme Velho analisa o gênio criativo, a carreira política e a força da imaginação alencarina. Um tributo imperdível entre dois gigantes das nossas letras.

Crônicas

A cena do cemitério

Caroline Alves - 20/07/2026

Nesta crônica publicada na Gazeta de Notícias (1894), Machado de Assis (1839–1908) utiliza a célebre cena do cemitério de Hamlet para satirizar a especulação financeira carioca. Através de um pesadelo surreal, o autor transforma coveiros em corretores da bolsa, equiparando ações falidas a restos mortais. Com sua ironia característica, o "Bruxo do Cosme Velho" faz uma crítica mordaz à desilusão econômica e à fragilidade dos valores humanos. Um convite irônico a refletir sobre a finitude e o mercado.

Crônicas

Salteadores da Tessália

Caroline Alves - 20/07/2026

Machado de Assis (1839–1908), o "Salteadores da Tessália", exercita nesta crônica publicada na Gazeta de Notícias (1893) seu olhar irônico sobre a natureza humana. Partindo de uma notícia política grega sobre deputados que atuavam como salteadores, Machado reflete sobre moral, poder e a futilidade das aparências. Com sua prosa mordaz, ele questiona a ideia de progresso e nos convida a observar as contradições do mundo com o ceticismo característico. Uma leitura fundamental.

Crônicas

Sermão do Diabo

Caroline Alves - 20/07/2026

Publicado na Gazeta de Notícias em 4 de setembro de 1893, "O sermão do Diabo" é uma sátira genial de Machado de Assis (1839–1908). O autor, o "Bruxo do Cosme Velho", utiliza a paródia das Bem-aventuranças para criticar o cinismo, a ganância e a hipocrisia da sociedade carioca. Com seu humor mordaz e inteligência afiada, Machado subverte a moral tradicional para expor as contradições do poder e do lucro. Um texto provocativo que convida a uma reflexão atemporal sobre os vícios humanos.

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