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#Literatura Brasileira

Total de entradas encontradas: 191

Poemas em verso

Cantiga do rosto branco

Caroline Alves - 14/12/2025

Machado de Assis (1839–1908) é o autor de “Cantiga do Rosto Branco”, poema do livro Americanas, em que explora o universo indígena idealizado, o amor e a contemplação da beleza feminina. O texto combina musicalidade, lirismo e exotismo romântico, dialogando com o indianismo literário do século XIX, reinterpretado com sobriedade e refinamento formal.

Poemas em verso

Niani

Caroline Alves - 14/12/2025

Machado de Assis (1839–1908) compõe, em Niâni (ou Niani), um poema de inspiração indígena que explora o amor, o conflito e a idealização do mundo nativo. Integrante do livro Americanas, a obra dialoga com o indianismo do século XIX, reelaborado com contenção lírica e atenção psicológica, marcas do estilo machadiano.

Poemas em verso

Pondera estando homiziado no Carmo quão gloriosa he a paz da Religião

Ronaldo Martins - 10/12/2025

Poema religioso atribuído a Gregório de Matos, composto provavelmente na Bahia no final do século XVII. Como quase toda a obra do autor, circulou apenas em manuscritos e só foi editado em publicações modernas. O texto reflete o recolhimento espiritual do poeta enquanto homiziado no convento do Carmo.

    Jogos

    Show das Patacas

    Ronaldo Martins - 10/12/2025

    Show das Patacas é um quiz sobre literatura brasileira do século XIX, inspirado no formato do Show do Milhão. O jogador enfrenta 12 perguntas de complexidade crescente, avançando etapa por etapa até alcançar a premiação máxima. O jogo combina conhecimento literário, estratégia e tomada rápida de decisões.

    Sátiras

    A nossa Sé da Bahia

    Ronaldo Martins - 10/12/2025

    Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, “A nossa Sé da Bahia” circulou manuscrito no século XVII, como era comum na produção do autor, e só ganhou publicação impressa muito depois, em edições críticas modernas da poesia gregoriana. O texto retrata, com humor mordaz, aspectos da vida religiosa e social da Bahia colonial.

      Sátiras

      Aos capitulares do seu tempo

      Ronaldo Martins - 10/12/2025

      Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, “Aos capitulares de seu tempo” circulou manuscrito na Bahia do século XVII, como a maior parte de sua obra, e só foi publicado em livros a partir das edições críticas modernas da poesia gregoriana. O texto expõe, com ironia mordaz, a corrupção e os vícios dos administradores coloniais.

        Poemas em verso

        Ao ilustríssimo senhor D. Fr. Manuel da Ressurreição

        Ronaldo Martins - 10/12/2025

        Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Transmitido apenas por manuscritos coloniais, foi publicado tardiamente em edições críticas modernas. O texto celebra D. Frei Manuel da Ressurreição, figura de destaque da Igreja local, em tom de homenagem solene.

          Elegias

          A morte do mesmo senhor sucedida de uma febre maligna em Belém andando em visita

          Ronaldo Martins - 10/12/2025

          Poema elegíaco atribuído a Gregório de Matos, composto provavelmente na Bahia no final do século XVII. Preservado apenas em manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas modernas, o texto lamenta a morte súbita de autoridade eclesiástica durante visita pastoral em Belém.

            Poemas em verso

            Epitáfio à sepultura do mesmo Ex.mo Senhor Arcebispo

            Ronaldo Martins - 10/12/2025

            Poema fúnebre atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Transmitido por manuscritos da época e publicado apenas em edições críticas modernas, o texto funciona como epitáfio laudatório dedicado ao arcebispo recentemente falecido.

              Poemas em verso

              A chegada do ilustríssimo senhor D. João Franco de Oliveira tendo sido já Bispo em Angola

              Ronaldo Martins - 10/12/2025

              Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no fim do século XVII. Conhecido apenas por manuscritos coloniais e editado tardiamente em compilações críticas, o texto celebra a chegada de D. João Franco de Oliveira, bispo proveniente de Angola.

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