Letras+ | Letródromo | Letropédia | LiRA | PALCO | UnDF



#Literatura Brasileira

Total de entradas encontradas: 551

Sátiras

A Fr. Pascal que sendo abade de N. S. Das brotas hospedou ali com grandeza a d. Angela, e seus pais, que foram de romaria à aquele santuário

Ronaldo Martins - 05/08/2026

Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto em homenagem a frei Pascoal, abade do Convento de Nossa Senhora das Brotas, por ocasião da acolhida oferecida a D. Ângela e seus pais durante uma romaria ao santuário. Misturando português e espanhol, o texto elogia a hospitalidade do religioso e lhe deseja prosperidade, harmonia na comunidade conventual e abundância material em sua administração.

    Sátiras

    A Fr. Tomas d'Apresentação pregando em termos lacônicos a primeira dominga da Quaresma

    Ronaldo Martins - 05/08/2026

    Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, dedicado a frei Tomás da Apresentação após um sermão proferido no primeiro domingo da Quaresma. O autor elogia a capacidade do pregador de condensar, com clareza e eloquência, em poucas palavras o conteúdo de longas pregações. O soneto compara o frade a figuras como São Francisco e Cristo, exaltando sua eficácia oratória e sua virtude religiosa.

      Sátiras

      Um amigo deste religioso pediu ao poeta suas aprovações sobre a mesma predica, a peditório do mesmo pregador neste

      Ronaldo Martins - 05/08/2026

      Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto a pedido de um amigo de frei Tomás da Apresentação para elogiar um de seus sermões. Desenvolvido em glosa sobre um mote, o texto sustenta que apenas o próprio pregador seria capaz de avaliar plenamente sua eloquência. Com referências à retórica, à filosofia e à pintura, o autor justifica sua dificuldade em louvar uma pregação considerada superior aos elogios que poderia fazer.

        Sátiras

        O mesmo amigo pediu ao poeta em outra ocasião lhe glosasse este mote, cuja matéria foi haver triunfado o dito Fr. Tomas de certa oposição capitular

        Ronaldo Martins - 05/08/2026

        Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto para celebrar a vitória de frei Tomás da Apresentação em uma oposição capitular, disputa interna por cargo ou dignidade na ordem religiosa. Em glosa de um mote, o autor compara o frade ao Sol e seus adversários às nuvens que tentam obscurecê-lo, exaltando o triunfo do religioso e apresentando o fracasso da oposição como consequência inevitável de sua pretensão.

          Poemas em verso

          Sinhá

          Caroline Alves - 29/07/2026

          Machado de Assis escreveu “Sinhá” um poema curto e musical que exalta o nome da amada. O eu lírico compara a doçura e a beleza de "Sinhá" a elementos da natureza, como flores, pássaros e o orvalho, elevando a mulher a um patamar sagrado. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.

          Crônicas

          Goivos e Camélias

          Caroline Alves - 26/07/2026

          Esta é uma crônica de Machado de Assis publicada originalmente em 1869, sob o pseudônimo de "Luís Tinoco", no Jornal das Famílias. O texto satiriza com ironia refinada o diletantismo e a vaidade de jovens aspirantes a escritores e políticos. Através da trajetória do medíocre Luís Tinoco, Machado constrói uma crítica ácida ao deslumbramento e à falta de substância daqueles que, movidos pela autocomplacência, buscam na literatura e na política uma glória que o talento não sustenta.

          Contos

          Terpsícore

          Caroline Alves - 26/07/2026

          Este conto de Machado de Assis, publicado originalmente na Gazeta de Notícias em 1886, explora com ironia e sensibilidade os sonhos e as contradições da vida urbana no Rio de Janeiro. A narrativa acompanha o casal Porfírio e Glória, cuja rotina de dificuldades financeiras é subitamente alterada por um prêmio de loteria. Machado disseca a psicologia do pequeno burguês, o desejo de ascensão social e o efêmero prazer do consumo como válvula de escape para uma existência marcada pelo trabalho.

          Contos

          Rui de Leão

          Caroline Alves - 25/07/2026

          Este conto de Machado de Assis (1839–1908) narra a trajetória de um fidalgo português que, no Brasil do século XVII, torna-se imortal após receber uma poção indígena. A obra é um precursor da ficção científica brasileira, utilizando o fantástico para refletir sobre a condição humana, o tempo e a melancolia da existência eterna. Machado mais tarde retomaria o tema no conto "O Imortal" (1882), oferecendo uma nova perspectiva sobre a mesma história.

          Contos

          Tempo de crise

          Caroline Alves - 25/07/2026

          Este conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente em abril de 1873 no Jornal das Famílias, oferece um retrato irônico e perspicaz da vida política carioca no século XIX. Através do olhar de um provinciano, a narrativa transforma a Rua do Ouvidor — o coração intelectual e social do Rio — em um palco onde boatos, ambições e o diletantismo dos frequentadores se misturam na formação de um novo ministério, satirizando a volubilidade e o teatro da política brasileira da época.

          Contos

          História de uma fita azul

          Caroline Alves - 25/07/2026

          Este conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente entre dezembro de 1875 e fevereiro de 1876 no Jornal das Famílias, narra as peripécias de Gustavo, um jovem bacharel que, ao perder um singelo mimo — uma fita azul bordada por sua noiva Marianinha —, desencadeia uma busca frenética e cômica que beira o absurdo. Com fina ironia, Machado disseca a vaidade masculina, os jogos de sedução do Segundo Reinado e a importância desproporcional atribuída a detalhes triviais em relacionamentos.

          1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56