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Machado de Assis (1839–1908) publicou Encher tempo em 1876. O conto explora, com ironia e sutileza psicológica, o conflito entre vocação religiosa e amor humano, problematizando escolhas impostas, expectativas sociais e a ambiguidade dos sentimentos. A narrativa revela o olhar crítico do autor sobre moral, afetos e livre-arbítrio, convidando o leitor a refletir sobre o verdadeiro sentido da vocação.
Machado de Assis (1839–1908) é o autor do conto “Entre santos”, narrativa de feição fantástica e satírica que explora a religiosidade, a hipocrisia moral e a psicologia humana. Por meio do diálogo entre imagens sacras, o texto ironiza a devoção interessada e revela o olhar crítico do autor sobre a fé e o egoísmo, combinando humor, reflexão moral e imaginação.
Machado de Assis (1839–1908), principal escritor do Realismo brasileiro, publicou o conto “Entre duas datas” em 1884. O texto aborda a memória amorosa, o desgaste do tempo e a impossibilidade de reviver o passado, acompanhando encontros e desencontros marcados pela desilusão. Com fina análise psicológica, o autor convida o leitor a refletir sobre mudanças pessoais e afetivas.
Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “Ernesto de Tal”, narrativa urbana que explora o amor romântico, o ciúme, a inconstância feminina e as ilusões do sentimento, com ironia e análise psicológica. Ambientado no Rio de Janeiro oitocentista, o texto combina humor, crítica social e observação moral, antecipando traços centrais da ficção madura do autor.
Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “Eterno!”, narrativa em primeira pessoa que investiga a ironia do amor dito eterno, o desejo, a amizade traída e a ação do tempo sobre as paixões humanas. Com análise psicológica fina e tom memorialístico, o texto confronta idealização amorosa e experiência, tema recorrente na prosa machadiana.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, constrói em “Evolução” uma narrativa irônica sobre a circulação das ideias e a vaidade intelectual. O conto satiriza o progresso político e material, mostrando como pensamentos alheios são apropriados e transformados em discurso pessoal. Com humor sutil, o texto convida à reflexão sobre autoria, ambição e modernidade no Brasil oitocentista.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, aborda em “Felicidade pelo casamento” a formação do amor conjugal como caminho de realização afetiva e moral. O texto acompanha a passagem da introspecção solitária à plenitude do matrimônio, refletindo valores sentimentais do século XIX. O conto foi publicado no Rio de Janeiro, em 1866, no Jornal das Famílias, periódico voltado à literatura e costumes.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, explora em “Ex cathedra” a ironia entre razão, ciência e sentimentos humanos. O conto satiriza o excesso de racionalismo ao narrar a tentativa de ensinar o amor por métodos científicos, revelando o contraste entre teoria e experiência. Publicado no Rio de Janeiro, o texto convida à reflexão sobre educação, afeto e limites da lógica.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome da prosa brasileira do século XIX, publicou a crônica “Vae soli!” em julho de 1892. O texto reflete, com ironia e erudição, sobre a solidão, o tédio moderno e as relações afetivas vistas sob a ótica do cansaço existencial. A partir de um anúncio de jornal, o autor examina o desencanto da vida adulta e as ilusões do casamento, convidando o leitor a uma leitura crítica e espirituosa da condição humana.
Machado de Assis (1839–1908) publicou o conto “Diana” no Jornal das Famílias, em 1866, no Rio de Janeiro. A narrativa, construída em grande parte por cartas, explora a oposição entre aparência e essência, o autoengano amoroso e a ironia moral. Com humor crítico, o texto antecipa temas centrais da obra machadiana, convidando o leitor a desconfiar das ilusões.