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O conto Demônios, de Aluísio Azevedo, apresenta uma narrativa marcada por tensão psicológica e atmosfera sombria. A história explora conflitos interiores, paixões intensas e impulsos humanos que parecem dominar os personagens como forças inevitáveis. Com tom dramático e crítico, o texto reflete sobre os limites entre razão, desejo e moral na sociedade.
Filomena Borges, de Aluísio Azevedo, apresenta a história de uma jovem envolvida em relações marcadas por interesses, paixões e conflitos sociais. A narrativa acompanha os desafios enfrentados pela protagonista em meio às expectativas e pressões da sociedade. Com olhar crítico, a obra revela costumes e valores do período, explorando as tensões entre sentimentos, ambição e reputação.
Girândola de Amores, de Aluísio Azevedo, reúne histórias marcadas por paixões, encontros e desencontros amorosos. A narrativa acompanha personagens envolvidos em relações complexas, nas quais sentimentos, interesses e ilusões se entrelaçam. Com olhar crítico e irônico, a obra explora os costumes e as contradições das relações afetivas na sociedade de seu tempo.
Mattos, Malta ou Matta? apresenta uma narrativa marcada por situações curiosas e irônicas envolvendo a dúvida sobre um nome: Mattos, Malta ou Matta. A partir dessa confusão, a história desenvolve episódios que revelam vaidades, aparências e pequenas rivalidades sociais. Com tom leve e bem-humorado, o enredo explora as contradições do comportamento humano e os costumes da sociedade da época.
O Cortiço apresenta a vida em um grande cortiço do Rio de Janeiro, onde diferentes personagens convivem em meio a disputas, paixões e dificuldades do cotidiano. A narrativa mostra como o ambiente influencia o comportamento das pessoas, revelando conflitos sociais, ambições e relações humanas dentro desse espaço coletivo marcado por intensa convivência.
Casa de Pensão, de Aluísio Azevedo, retrata a história de Amâncio, um jovem que se muda para o Rio de Janeiro para estudar e acaba se envolvendo em conflitos amorosos e sociais dentro de uma pensão. A obra expõe as tensões morais e os interesses da sociedade da época, revelando, com olhar crítico, as hipocrisias e pressões que moldam o destino dos personagens.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O pai” originalmente no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1866. O conto retrata, em tom moral e sentimental, a queda e redenção de uma jovem seduzida, exaltando o amor paterno, o trabalho e a reparação como caminhos de honra.
Machado de Assis (1839–1908) publicou “O País das quimeras” em 1862, no periódico O Futuro. Conto fantástico e satírico, narra a viagem aérea do poeta Tito ao reino das Quimeras, alegoria mordaz das ilusões românticas, da vaidade social e das utopias humanas, revelando já a fina ironia do jovem autor.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, estreou “O protocolo” em novembro de 1862, no Ateneu Dramático do Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro. Comédia em um ato, a peça satiriza o ciúme conjugal e a vaidade masculina, explorando, com ironia, as tensões da vida doméstica e os jogos de aparência social.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, publicou o conto “O caipora” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1866. A narrativa acompanha a vida azarada de João das Mercês, exemplo extremo de “caiporismo”, explorando com humor e ironia a ideia de destino adverso e as ilusões humanas diante da fortuna e do acaso.