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Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Transmitido apenas por manuscritos coloniais, foi publicado tardiamente em edições críticas modernas. O texto celebra D. Frei Manuel da Ressurreição, figura de destaque da Igreja local, em tom de homenagem solene.
Poema elegíaco atribuído a Gregório de Matos, composto provavelmente na Bahia no final do século XVII. Preservado apenas em manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas modernas, o texto lamenta a morte súbita de autoridade eclesiástica durante visita pastoral em Belém.
Poema fúnebre atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Transmitido por manuscritos da época e publicado apenas em edições críticas modernas, o texto funciona como epitáfio laudatório dedicado ao arcebispo recentemente falecido.
Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no fim do século XVII. Conhecido apenas por manuscritos coloniais e editado tardiamente em compilações críticas, o texto celebra a chegada de D. João Franco de Oliveira, bispo proveniente de Angola.
Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto provavelmente na Bahia no final do século XVII. Transmitido apenas por manuscritos coloniais e publicado em edições críticas modernas, celebra a chegada, por frota, do pálio concedido ao prelado, símbolo de sua elevada dignidade eclesiástica.
Poema encomiástico-satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Conhecido apenas por manuscritos e publicado em edições críticas modernas, comenta com graça a mudança do arcebispo para o palácio recém-adquirido.
Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Preservado apenas em manuscritos e publicado em edições críticas modernas, critica com mordacidade a ambição de um vigário que chegou a provocar a revolta de seus fregueses.
Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Conhecido apenas por manuscritos coloniais e publicado em edições críticas modernas, oferece um retrato mordaz do clérigo anteriormente mencionado, expondo seus defeitos com ironia aguda.
Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, composto provavelmente na Bahia no fim do século XVII. Transmitido apenas em manuscritos e publicado em edições críticas modernas, responde com ironia à ofensa do clérigo que chamara o poeta de “asno”.
Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Preservado em manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas modernas, ridiculariza o clérigo que, após insultar o poeta, ainda se apresentava como sábio e engenhoso.