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O conto “O anjo Rafael”, de Machado de Assis (1839–1908), um dos principais autores do realismo brasileiro é uma narrativa que explora, com ironia e observação psicológica, temas como interesse, ambição e aparência moral nas relações sociais. A história acompanha o médico Antero da Silva e seu envolvimento com o excêntrico major Tomás e sua filha Celestina, revelando críticas sutis ao egoísmo humano e às ilusões do dinheiro e do prestígio. O conto foi publicado originalmente no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1869.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores da literatura brasileira, publicou o conto “O anjo das donzelas” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1864. A narrativa, de tom fantástico e moral, acompanha Cecília, jovem que faz um pacto com um anjo para viver sem amar. O conto reflete, com ironia e crítica, sobre os efeitos da educação sentimental e das leituras românticas na formação do imaginário feminino.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes do Realismo brasileiro, publicou o conto “O Astrólogo” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1876. Ambientada no período colonial, a narrativa satiriza a curiosidade excessiva e a mania de vigiar a vida alheia por meio da figura do almotacé Custódio Marques. Com humor e ironia, o autor critica a hipocrisia social e as ilusões de controle sobre o destino.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou o conto “O califa de platina” originalmente no periódico O Cruzeiro, em 1878, no Rio de Janeiro. A narrativa satírica apresenta um governante que busca realizar um ato “original” para salvar-se de uma profecia. Com humor e alegoria orientalizante, Machado ironiza a política, o desejo de originalidade a qualquer custo e a irracionalidade das decisões de poder.
“O Caminho de Damasco”, de Machado de Assis (1839–1908), é um conto que retrata, com ironia e observação psicológica, os costumes da sociedade carioca do século XIX. A narrativa acompanha a vida de jovens da elite e suas aventuras morais e sentimentais, revelando o olhar crítico do autor sobre as ilusões, vícios e transformações pessoais. O texto foi publicado originalmente em 1871, na revista Jornal das Famílias.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou o conto “O capitão Mendonça” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1870. A narrativa mistura humor, fantasia científica e ironia para acompanhar o encontro de um jovem com um excêntrico químico que afirma poder criar vida e produzir gênios. O texto satiriza o cientificismo e explora os limites entre razão, sonho e imaginação.
Machado de Assis (1839–1908), um dos principais escritores do Realismo brasileiro, publicou o conto “O carro nº 13” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1868. A narrativa acompanha o fazendeiro Amaro, que, após se envolver em um romance epistolar misterioso, descobre um engano que revela a fragilidade das ilusões amorosas. Com humor e ironia, o autor critica a curiosidade romântica e as idealizações sentimentais.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, publicou o conto “O caso Barreto” na revista A Estação, no Rio de Janeiro, em 1892. A narrativa acompanha um amanuense sonhador e indolente que, entre devaneios sociais e projetos de ascensão, adia deveres profissionais. Com ironia fina, o autor examina a vaidade, a procrastinação e as ilusões de prestígio na vida urbana carioca.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores autores do Realismo brasileiro, publicou o conto “O caso da viúva” originalmente no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1881. A narrativa examina os conflitos entre amor, conveniência social e dever familiar, acompanhando a jovem viúva Maria Luísa e as reviravoltas sentimentais que cercam seu destino, em tom irônico e crítico das ilusões românticas.
Machado de Assis (1839–1908), um dos principais nomes da literatura brasileira, publicou o poema narrativo “O Almada” em 1858, no Rio de Janeiro. A obra recria, em tom satírico-épico, um episódio do período colonial envolvendo o prelado Almada e conflitos entre autoridades civis, religiosas e o povo. Com linguagem paródica dos poemas heroicos, o texto combina crítica social, humor e erudição histórica.