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Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “O anel de Polícrates” originalmente na *Gazeta de Notícias*, no Rio de Janeiro, em 1878. O conto, em forma dialogada, satiriza a vaidade intelectual e a fugacidade das ideias, narrando a obsessão de Xavier por uma frase que, como o anel lendário, sempre lhe escapa.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O cônego ou metafísica do estilo” originalmente na coletânea Várias histórias, lançada no Rio de Janeiro em 1896. Com humor e refinamento filosófico, o conto alegoriza a criação literária, personificando substantivos e adjetivos no cérebro de um pregador.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O diplomático” originalmente no livro Histórias sem data, lançado no Rio de Janeiro em 1884. O conto retrata, com ironia fina, as ilusões sociais e amorosas de Rangel, homem vaidoso e indeciso, desmascarando fantasias de grandeza e fracasso sentimental.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “O empréstimo” originalmente na coletânea Papéis Avulsos, lançada no Rio de Janeiro em 1882. O conto retrata, com ironia e fina análise psicológica, a súplica interesseira de Custódio a um tabelião, expondo vaidade, oportunismo e ilusões sociais.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou “Noite de Almirante” originalmente na Histórias sem data (Rio de Janeiro: Garnier, 1884). O conto narra o reencontro de um marujo com a amada infiel, explorando desilusão, orgulho e autoengano, em fina análise psicológica e irônica das paixões humanas.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “O dicionário” originalmente no livro Papéis Avulsos, lançado no Rio de Janeiro em 1882. Em tom alegórico e satírico, o conto critica o autoritarismo e a manipulação da linguagem, narrando as arbitrariedades do rei Bernardão para impor poder e conquistar Estrelada.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou a comédia em versos “O bote de rapé” originalmente no livro Crisálidas, lançado no Rio de Janeiro em 1864. Em tom satírico, a peça ridiculariza o vício do rapé e os costumes urbanos, expondo com humor a vaidade, o consumismo e as tensões conjugais.
Memorial de Aires é o último romance de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente em 1908, no Rio de Janeiro. Em forma de diário, acompanha o conselheiro Aires em suas reflexões sobre amor, velhice, memória e a sociedade carioca às vésperas da Abolição, revelando a ironia e o refinamento psicológico do autor.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em Miloca o orgulho, a ambição social e as ilusões amorosas. Publicado originalmente no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1870, o conto retrata a ascensão e queda de uma jovem movida pelo desejo de distinção, revelando, com ironia, as contradições do coração e da sociedade.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou “Miss Dollar” originalmente no Jornal das Famílias, Rio de Janeiro, em 1870. Com humor e ironia, o conto narra o amor do Dr. Mendonça por uma viúva desconfiada, tendo como ponto de partida o anúncio da cadelinha Miss Dollar. A trama satiriza o romantismo e expõe vaidade, interesse e ilusões afetivas.