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A Igreja do Diabo, de Machado de Assis (1839–1908), foi publicado originalmente em 17 de fevereiro de 1883 na Gazeta de Notícias e posteriormente incluído no livro Histórias sem Data (1884). Neste conto, o Diabo funda sua própria igreja, onde as virtudes são invertidas em vícios e vice-versa, revelando a hipocrisia humana. Com ironia e crítica social, Machado convida o leitor a refletir sobre a moralidade e as contradições da sociedade carioca do século XIX.
A Herança, de Machado de Assis (1839–1908), foi publicado originalmente em abril e maio de 1878 no Jornal das Famílias, periódico carioca da época. O conto aborda com ironia e crítica social a disputa por uma herança entre dois sobrinhos, revelando as complexidades das relações familiares e as nuances da moralidade humana. Com estilo conciso e observador, Machado convida o leitor a refletir sobre os dilemas éticos e sociais da sociedade do século XIX.
A Ela, de Machado de Assis (1839–1908), foi publicado originalmente em 1875 na revista A Estação, do Rio de Janeiro. Posteriormente, foi incluído na coletânea Papéis Avulsos (1884). O conto aborda com sutileza as complexidades do amor e da possessividade, explorando as relações humanas com a ironia característica do autor. Com estilo realista, Machado convida o leitor a refletir sobre as nuances do comportamento masculino e as tensões sociais da época.
A publicitária, escritora, roteirista e dramaturga Ana Maria Gonçalves foi eleita na tarde desta quinta-feira (10/07) para a cadeira nº 33 da Academia Brasileira de Letras, vaga aberta com a morte de Evanildo Bechara. Ela se torna a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira da academia, que completa este mês 128 anos.
Nesta quinta-feira (22/05), o poeta, contista, ensaísta e tradutor Paulo Henriques Britto foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, tornando-se o novo ocupante da cadeira 30, anteriormente pertencente a Heloisa Teixeira, falecida em março deste ano. Com 22 votos, Britto superou os demais candidatos: Arlindo Miguel, Eduardo Baccarin Costa, Paulo Renato Ceratti, Spencer Hartmann Júnior e Salgado Maranhão, este último com 10 votos.
O advogado e escritor José Roberto de Castro Neves foi eleito na última quinta feira dia (29) para a cadeira 26 da Academia Brasileira de Letras, na vaga de Marcos Vilaça. José Roberto foi escolhido por 27 votos contra 7 de Rodrigo Lacerda.