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A Lagoa da Pampulha, ícone de Belo Horizonte, inspira o mais recente livro do poeta e professor Luiz Renato de França. Cores da Paixão foi lançado em 20 de setembro no Iate Tênis Clube, marco do conjunto arquitetônico da cidade, e já está disponível em eBook. A obra reúne poemas e imagens que exaltam a beleza do cartão-postal, ao mesmo tempo em que convida o leitor a refletir sobre memória, paisagem e identidade.
A escritora Ana Maria Machado será a Personalidade Literária de 2025 no Prêmio Jabuti, maior honraria concedida pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). A homenagem reconhece mais de cinco décadas de atuação da autora, crítica e jornalista, cuja obra ultrapassa cem livros traduzidos em diversos idiomas e publicados em mais de 20 países, consolidando-a como uma das vozes mais importantes da literatura brasileira contemporânea.
A Festa Literomusical (Flim), prevista para 19 a 21 de setembro em São José dos Campos-SP, foi adiada após a polêmica que envolveu o veto à participação da jornalista e escritora Milly Lacombe. Em resposta, leitores e artistas criaram o movimento “Ocupa Flim” e organizaram uma programação paralela que reuniu cerca de 200 pessoas em defesa da liberdade de expressão.
Ela, poema de Machado de Assis (1839–1908), foi publicado em 12 de janeiro de 1855 na revista Marmota Fluminense, quando o autor tinha apenas 16 anos. O texto exalta a beleza feminina, com destaque para os olhos, o rosto e a boca da amada, em linguagem lírica e idealizada. Este poema marca o início da carreira literária de Machado, revelando sua sensibilidade poética desde a juventude e sua habilidade em explorar emoções e imagens com delicadeza.
O poema "Poesia e Amor" de Casimiro de Abreu (1839–1860) é uma das obras mais representativas do poeta brasileiro da segunda geração romântica. Publicado em 1859 na coletânea As Primaveras, o poema expressa a sensibilidade e o lirismo característicos do movimento ultrarromântico. Por meio de versos melódicos e imagens poéticas, Casimiro de Abreu celebra a beleza efêmera da natureza, o encanto do amor e a nostalgia da juventude.
O Governo do Pará sancionou a Lei nº 10.967, em maio de 2025, que reconhece oficialmente a obra literária de Dalcídio Ramos Pereira, conhecido como Dalcídio Jurandir, como patrimônio cultural e artístico imaterial do estado. O projeto foi aprovado na Assembleia Legislativa e valoriza o legado de um dos escritores mais importantes da literatura amazônica.
A Casa do Escritor José Lins do Rego, localizada no Engenho Corredor em Pilar (PB), foi oficialmente tombada como Patrimônio Cultural Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em decisão unânime tomada na 110ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, em Brasília na última terça-feira, dia 16/09/2025.