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“O Coruja”, de Aluísio Azevedo, narra a vida de André, um homem simples e solitário que dedica sua existência ao cuidado e à educação de Teobaldo, filho de um amigo. A obra revela, de forma crítica e sensível, temas como amizade, sacrifício e ingratidão, destacando as desigualdades sociais e a dureza das relações humanas no contexto do Brasil do século XIX.
O Esqueleto é um conto que mistura mistério e crítica social ao narrar a história de um homem marcado por um passado obscuro ligado a um esqueleto guardado em segredo. A narrativa explora culpa, medo e hipocrisia, revelando tensões psicológicas e aspectos sombrios das relações humanas no contexto urbano.
“O Homem” é um romance que explora os conflitos psicológicos e sociais de seu protagonista, abordando temas como desejo, repressão e influência do meio. A narrativa acompanha sua instabilidade emocional e progressiva degradação, evidenciando como fatores internos e externos moldam suas ações e revelam as tensões da vida em sociedade.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores autores da literatura brasileira, estreou a comédia “O caminho da porta” em 1862, no Teatro Ginásio Dramático, no Rio de Janeiro. Peça curta de caráter moral e satírico, o texto apresenta um jogo de intrigas amorosas e equívocos sociais para refletir, com leve ironia, sobre vaidade, interesses e escolhas afetivas na sociedade urbana do século XIX.
O conto “O anjo Rafael”, de Machado de Assis (1839–1908), um dos principais autores do realismo brasileiro é uma narrativa que explora, com ironia e observação psicológica, temas como interesse, ambição e aparência moral nas relações sociais. A história acompanha o médico Antero da Silva e seu envolvimento com o excêntrico major Tomás e sua filha Celestina, revelando críticas sutis ao egoísmo humano e às ilusões do dinheiro e do prestígio. O conto foi publicado originalmente no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1869.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores da literatura brasileira, publicou o conto “O anjo das donzelas” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1864. A narrativa, de tom fantástico e moral, acompanha Cecília, jovem que faz um pacto com um anjo para viver sem amar. O conto reflete, com ironia e crítica, sobre os efeitos da educação sentimental e das leituras românticas na formação do imaginário feminino.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes do Realismo brasileiro, publicou o conto “O Astrólogo” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1876. Ambientada no período colonial, a narrativa satiriza a curiosidade excessiva e a mania de vigiar a vida alheia por meio da figura do almotacé Custódio Marques. Com humor e ironia, o autor critica a hipocrisia social e as ilusões de controle sobre o destino.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou o conto “O califa de platina” originalmente no periódico O Cruzeiro, em 1878, no Rio de Janeiro. A narrativa satírica apresenta um governante que busca realizar um ato “original” para salvar-se de uma profecia. Com humor e alegoria orientalizante, Machado ironiza a política, o desejo de originalidade a qualquer custo e a irracionalidade das decisões de poder.
“O Caminho de Damasco”, de Machado de Assis (1839–1908), é um conto que retrata, com ironia e observação psicológica, os costumes da sociedade carioca do século XIX. A narrativa acompanha a vida de jovens da elite e suas aventuras morais e sentimentais, revelando o olhar crítico do autor sobre as ilusões, vícios e transformações pessoais. O texto foi publicado originalmente em 1871, na revista Jornal das Famílias.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou o conto “O capitão Mendonça” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1870. A narrativa mistura humor, fantasia científica e ironia para acompanhar o encontro de um jovem com um excêntrico químico que afirma poder criar vida e produzir gênios. O texto satiriza o cientificismo e explora os limites entre razão, sonho e imaginação.