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Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, publicou Astúcias de marido em 1886, no Jornal das Famílias. O conto explora, com ironia e sutileza, o ciúme, o casamento e os jogos de poder nas relações amorosas. A narrativa revela o olhar agudo e psicológico do autor sobre as fraquezas humanas, antecipando traços do Realismo machadiano.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou Ayres e Vergueiro em 1871, no Jornal das Famílias. O conto explora as relações entre amizade, interesse e moralidade, revelando, com ironia e sutileza, as contradições humanas e os limites entre lealdade e traição. A narrativa antecipa o estilo maduro e analítico que marcaria a fase realista do autor.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, publicou a série Balas de Estalo entre 1883 e 1886 na Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro. Nesses textos breves, o autor satiriza a vida política, social e cultural do Segundo Reinado, mesclando humor e crítica mordaz. As “balas” revelam o olhar irônico e analítico de Machado sobre o cotidiano urbano e a natureza humana.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, publicou Brincar com fogo em 1875, no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro. O conto, de tom leve e irônico, retrata os jogos de sedução e vaidade entre duas jovens amigas e um pretensioso galanteador, expondo com humor a fragilidade das convenções sociais e dos sentimentos.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou Cantiga Velha em 1883, no periódico A Estação: Jornal Ilustrado para a Família, no Rio de Janeiro. O conto reflete sobre a memória, o amor e o tempo, misturando recordações sentimentais e observações sociais em um tom melancólico e reflexivo, característico da maturidade literária do autor.
Machado de Assis (1839-1908) publicou o conto “Casada e Viúva” em novembro de 1864, no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro. A narrativa revela as tensões entre casamento e traição, estabilidade e desejo, através de dois casais que encenam a felicidade aparente enquanto se questionam por dentro — típica mostra da ironia social e psicológica do autor.
Machado de Assis (1839–1908), mestre da ironia e da análise moral, publicou “O caso da vara” em 1891, na coletânea Várias histórias, pela Garnier, no Rio de Janeiro. O conto retrata o jovem Damião diante de um dilema ético, dividido entre a própria liberdade e a compaixão por uma escrava, expondo a hipocrisia social e o egoísmo humano com a sutileza psicológica típica do autor.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, publicou “Cinco mulheres” em 1865, no Jornal das Famílias, do Rio de Janeiro. A narrativa traça retratos femininos que revelam dramas íntimos, sentimentos reprimidos e a condição da mulher na sociedade oitocentista. O texto antecipa temas e recursos psicológicos que marcariam a maturidade do autor.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo e da ironia na literatura brasileira, publicou “Como se inventaram os almanaques” em 1890, no Almanaque das Fluminenses, no Rio de Janeiro. O conto, em tom alegórico e humorístico, narra o amor entre o Tempo e a Esperança, criando uma fábula filosófica sobre a passagem dos anos e a persistência do desejo humano de eternidade.
Machado de Assis (1839–1908) publicou o conto Confissões de uma Viúva Moça em 1865, como folhetim no periódico carioca Jornal das Famílias. A obra, narrada em primeira pessoa por uma mulher viúva, investiga desejo, culpa e a tensão entre honra e paixão — explorando a consciência feminina com ironia e profundidade psicológica.