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O lançamento de O Losango Negro – Mário de Andrade, Intérprete do Brasil, de Angela Teodoro Grillo, apresenta documentos inéditos que evidenciam a atenção contínua do escritor modernista às questões raciais. O estudo destaca como Mário identificou e analisou o racismo estrutural no país ao longo de sua trajetória.
Diálogo sobre a Conversão do Gentio, escrito por Padre Manuel da Nóbrega (1517–1570) por volta de 1556–1557, é um dos primeiros textos produzidos no Brasil. A obra apresenta, em forma de diálogo, a discussão entre dois missionários sobre os desafios de evangelizar os indígenas, revelando tensões culturais, religiosas e políticas do início da colonização e convidando o leitor a refletir sobre alteridade e persuasão.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, publicou Conto Alexandrino em 1884, no volume Papéis Avulsos, editado pela Garnier, no Rio de Janeiro. A narrativa mistura ironia e erudição para discutir os limites da ciência e da moral, explorando o conflito entre o saber e a humanidade — tema recorrente na obra madura do autor.
Machado de Assis (1839–1908), mestre da literatura brasileira, publicou “Conto de Escola” em 1884, no Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro. A narrativa retrata, com ironia e sutileza psicológica, um episódio de infância em que a ingenuidade dá lugar à descoberta da corrupção e da delação, revelando a crítica machadiana às imperfeições morais humanas.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, publicou Conversão de um avaro em 1878, no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro. O conto aborda com ironia e sutileza a transformação moral de um homem dominado pela avareza, revelando a crítica social e psicológica característica do autor. É um convite à reflexão sobre o egoísmo e o valor das relações humanas.
Machado de Assis (1839–1908) publicou “D. Benedita” em 1878, na Revista Brasileira. O conto observa com ironia e sutileza as convenções sociais e sentimentais da elite do Segundo Reinado, revelando a maestria psicológica do autor ao retratar personagens femininas e seus dilemas morais.
Machado de Assis (1839-1908) explora em “Curta História” a idealização romântica do teatro e do amor juvenil, contrastando-a com a realidade prosaica dos sentimentos e das convenções sociais. O conto, publicado pela primeira vez na revista A Estação, em 31 de maio de 1886, remete ao ambiente cultural carioca do século XIX e evidencia o olhar perspicaz do autor sobre a imaginação amorosa versus o cotidiano.
Machado de Assis (1839–1908), escritor central do Realismo brasileiro, publicou A mão e a luva em 1874. O romance acompanha Guiomar, jovem cuja ascensão social e escolhas afetivas revelam a sutileza das ambições e dos jogos de aparência. A narrativa explora, com fina ironia, o contraste entre sentimento e interesse nas relações humanas.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, publicou A última receita em 1875, no Jornal das Famílias. O conto, de tom leve e irônico, retrata o amor nascente entre uma viúva e seu médico, revelando a sutileza com que o autor transforma situações cotidianas em reflexões sobre o sentimento humano e as convenções sociais.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo brasileiro, escreveu As forças caudinas em 1877. A comédia, ambientada em Petrópolis, satiriza o amor e o casamento, expondo a ironia e a psicologia das relações humanas. A peça reflete o humor fino e o olhar crítico de Machado sobre as convenções sociais e afetivas de sua época.